Você já teve a intenção de dirigir com mais conforto e tranquilidade, sem aquela chateação de dirigir carros que possuem uma embreagem pesada que unicamente causa desconforto e muita irritação? Então está na hora de obter um carro automático!
Além de ser mais macio e mais aprazível com o objetivo de se dirigir, inclusive pode ser bastante útil para aquelas pessoas com algum tipo de deficiência ou dificuldades em se movimentar, sem mencionar que existem incríveis modelos com preços muito acessíveis.
Neste artigo, nós iremos mostrar para você o que é uma alavanca de câmbio automática, os grandes benefícios e, inclusive, os vários modelos de caixas de câmbio que têm no mercado.
E aí, você está pronto?

De que modo opera a Caixa de Câmbio Automático

Antes quase nulos no Brasil, os automóveis que contam com caixa de câmbio automático ganham cada vez mais espaço no interior do mercado de carros. Nos períodos de outrora, existiam vários receios justificados no que diz respeito à conservação e ao gasto de combustível dos automóveis com esse tipo de transmissão, contudo isto fica cada vez mais distante tendo em conta as evoluções tão presentes nos contemporâneos câmbios automáticos, em particular referindo-se às marcas mais focadas em ter uma ótima qualidade e mais tempo de duração.
Nós iremos falar em relação à caixa de câmbio automática convencional. Aliás, é preciso salientar uma questão primordial. O padrão das transmissões automáticas, que se tornou bem regular nos carros, foi inventado por 2 brasileiros, José Braz Araripe e Fernando Lehly Lemos, no ano de 1932, sendo a patente vendida à GM por aproximadamente 10.000 dólares. Aliás, conta-se que eles recusaram a outra proposta de apenas um dólar a cada automóvel automático que fosse comercializado, que claramente poderia ter sido muito mais vantajosa. O primeiro carro da GM com esse modelo de disseminação foi vendido no período de 1939. Em território brasileiro, o primeiro automóvel que fez êxito foi o Ford Galaxie no fim dos anos sessenta.

Funcionamento da Caixa de Câmbio

Enquanto o câmbio manual se vale de engrenagens de tamanhos diversos e engatadas de modo individual, o câmbio automático se baseia em um sistema de engrenagens planetárias, com tamanhos os mais variados possíveis e permanentemente engatadas entre si, de maneira que a relação da força provém sempre da ordem com que essas engrenagens estão sendo conectadas. O sistema é hidráulico e, ainda, faz utilização de um conversor de torque.
Cada uma das engrenagens planetárias tem três componentes muito fundamentais: a engrenagem coroa, a planetária e sua armação e a engrenagem solar. É em volta da engrenagem solar que as planetárias giram e o conjunto ainda tem cintas para travar partes de todo conjunto de engrenagens.
Há ainda um agrupamento de embreagens da parte de dentro, em banho de óleo, e freios os quais permitem, de modo hidráulico, o acionamento das engrenagens corretas, criando desta maneira as relações de marcha que irão permitir o movimento do automóvel.
Além de tudo, o conversor de torque, presente nas caixas de câmbio automáticas que são utilizadas hoje em dia, é um tipo de uma bomba fixada à caixa de marchas (que projeta o fluído hidráulico por todo o sistema), possuindo o estator (que faz a condução do fluxo do fluído) e uma turbina (o qual recebe o fluído). O grande benefício deste componente é o aumento do torque do motor.
E, finalmente, é extremamente importante ter em vista que o câmbio automático atual conta com vários dispositivos eletrônicos de controle.

Você entende o que é uma transmissão CVT?

As Transmissões Continuamente Variáveis (CVT) são famosas por oferecer uma experiência de direção demasiadamente suave e aperfeiçoar imensamente a eficácia do gasto de combustível, seja ele álcool ou gasolina. Contudo você tem ideia de como esse tipo de transmissão tem funcionamento?

De que maneira funciona o câmbio CVT?

Uma Transmissão Continuamente Variável não possui relações de marchas formadas por engrenagens fixas, como uma alavanca de câmbio manual ou transmissão automática. Em vez disso, uma transmissão CVT proporciona que o motor do automóvel opere através das rotações por minuto (RPM) mais eficazes em uma série de velocidades dos veículos. A utilidade mais evidente para uma transmissão CVT é quando você está tentando assegurar a máxima eficiência de combustível. Entretanto esta é uma explicação até singela por demais para um sistema o qual implica um pouco de complexidade.

Transmissão Continuamente Variável – Benefícios

Um câmbio automático CVT acaba com todas as engrenagens de um automóvel. Em vez de 2 engrenagens, há duas polias vinculadas por uma correia. O motor gira uma polia, e a outra é ligada para transmitir a potência para as rodas. A particularidade determinante é que o tamanho das roldanas é capaz de alterar de pequeno para grande, com infinitas variações entre elas.
Dessa forma, quando você conceber o acionamento do veículo, a polia do motor pequena e a outra grande, como uma relação da primeira marcha. Entretanto como o veículo vai ganhando aceleração, a roldana do motor é gradualmente atenuada em tamanho, assim como a outra polia vai ampliando de porte. De fato, você está mudando de marchas o tempo inteiro. Há determinadas formas bem diversas de conseguir a alteração no tamanho das roldanas, porém o princípio importante é sempre o mesmo.
O que isto quer dizer para o motorista é que o motor pode ir diretamente para o melhor ciclo de giro para um certo modelo de contexto. Esta sucessão de giros é tipicamente a que fornece a maior eficácia, mais potência ou, então, mais torque. Uma vez na melhor rotação, o motor só retém seus giros e as medidas das roldanas. O resultado disso é uma “tocada” um pouco mais suave, mais eficiente e muito mais veloz comparado a um câmbio automático que opera de modo normal.

Transmissão Continuamente Variável vale verdadeiramente a pena?

Um automóvel com câmbio automático CVT vai ser bastante mais eficiente na utilização de combustível em comparação a um automóvel normalmente usado, em particular no tráfego bastante intenso ou sempre que você está mudando toda hora a velocidade. Precisa ser mais suave e menos ruidoso ainda. Em contrapartida, quanto mais benefícios você é capaz de obter do sistema CVT, mais você terá, a impressão esquisita de estar ampliando a aceleração com a RPM do motor se mantendo a mesma. Se você pode coabitar com isto sem nenhum tipo de problema, então uma transmissão CVT é capaz de funcionar muito bem para você, até melhor que um câmbio automático.

Câmbio DSG – Você já ouvir falar acerca?

Câmbio DSG (Direct Shift Gearbox), alavanca de câmbio com modificações de marchas direta, consegue combinar o que há de mais avançado nos dois tipos de transmissão, seja ela automática ou manual, dando origem a um câmbio de altíssima eficiência, esportividade e, particularmente, comodidade. Caso você esteja cogitando adquirir um carro com esse tipo de caixa de câmbio, é bastante importante você dar uma olhada no que diz respeito ao modo que ela realiza o seu funcionamento.

Funcionamento do câmbio DSG?

O princípio de funcionamento do câmbio automático DSG se fundamenta em duas embreagens que fazem o controle de 2 grupos de engrenagens completos. É como se fossem 2 câmbios dentro de só uma caixa de embreagem.
A todo o momento que estamos passeando com o automóvel em primeira marcha, a segunda já encontra-se engatada. No momento da mudança, simplesmente uma embreagem desconecta-se (A) e a outra faz a conexão (B). A modificação então, ocorre de maneira direta.
Sendo assim, um grupo de engrenagens conta com a 1ª, a 3ª e também a quinta marcha, ao passo que o outro conta com a 2ª, a 4ª e, ainda, a sexta. As variações irão alternando, ora fazendo o uso de uma embreagem ora empregando a outra em um vai e volta sucessivo, até que seja capaz de atingir a sexta ou sétima marcha em apenas determinados tipos de carros.
Nos tempos atuais, praticamente todos os fabricantes possuem sua variante do câmbio de dupla embreagem, e concedem a eles diversos nomes comerciais, tal como PDK, com o modelo Porsche, PowerShift da Ford, TCT da marca Fiat, StepTronic do grande BMW, DSG das empresas VW e Audi e SpeedShift dos automóveis da Mercedes – todos com o mesmo princípio de operação.

Entenda o diferencial do câmbio DSG

A grande diferença no que se refere à câmbio automático DSG que conta com dupla embreagem, é em relação ao modelo de funcionamento da embreagem: seca (dry) ou umedecida (wet).
As embreagens umedecidas trabalham com base em óleo, e são usadas para funções de alto torque, em que operam com mais energia e calor bem mais forte e o óleo auxilia a dar uma esfriada no câmbio. Em contrapartida, esse tipo de transmissão conta com maior redução da parte mecânica, isto porque o óleo carece de ser bombeado por intermédio da caixa com o intuito de dar um resfriamento nas caixas de embreagens.
As embreagens secas, consecutivamente, são bem mais eficazes graças ao volume bem reduzido de óleo bombeado ao longo do sistema. Isso porque esse perfil de embreagem é planejado com finalidade de trabalhar com números de torque bem mais baixos. A transmissão DSG do modelo da Volkswagen, por exemplo, usa a embreagem seca para motores com no máximo 250 Nm (25, 5 mkgf), enquanto a Ford usa a embreagem seca em seu modelo PowerShift para funcionalidades de, similarmente, no máximo, duzentos e oitenta Nm de torque (28, 5 mkgf).

Conheça acerca do Câmbio Tiptronic

 cambio-tiptronic O câmbio automático Tiptronic é um sistema que efetua a troca de marchas identificando a aceleração (km/h) e a rotação do motor (RPM). O câmbio automático (português brasileiro) ou alterações automáticas (português europeu) é um sistema empregado em automóveis e motos para substituição de marchas realizada pelo sistema de transmissão do automóvel, que identifica a relação entre a aceleração (km/h) e o giro do motor (rpm) para decidir pela substituição automática da marcha. Deste jeito, o sistema se objetiva a preservar a rotação do motor quase regular e o câmbio, automaticamente, faz a troca das marchas. Nos sistemas contemporâneos com câmbio automático, a mudança das marchas está praticamente despercebível ao condutor.
Logo após isso, ele decide o período certo para efetuar a substituição de marcha, sendo usado nas montadoras Audi, Volkswagen e Porsche.
Os câmbios manuais usam engrenagens de muitos tamanhos e engates individuais, ao contrário dos automáticos que baseiam-se em um sistema de planetárias, com muitos tamanhos e engatadas entre si. Ao invés da embreagem, o câmbio automático utiliza um conversor de torque, item encarregada por conduzir a força do motor para o câmbio conforme a pressão em seu interior.

Sugestões importantes com relação ao câmbio automático Tiptronic

A função Tiptronic pode parar de operar, se o conector do sensor o qual efetua o acréscimo e diminuição de marcha estiver demasiadamente mal encaixado. Realize a inspeção antes de tomar alguma medida.
Os carros que contém transmissão automática não devem ser rebocados com todas as rodas no chão.
Veículos com câmbio automático não podem pegar no tranco.
Busque preservar o nível de óleo do câmbio conforme as sugestões do caderno de instruções.
O câmbio automático Tiptronic possui 2 trilhos para seleção para efetuar as alternâncias de marcha.
As posições P, N, R, D são capazes de ser escolhidas costumeiramente, no trilho esquerdo do console.
No trilho direito do console central do automóvel, a mudança de marchas é realizada manualmente.
A fim de subir as marchas, apenas dê um toque na alavanca em direção ao ícone (+) ou para as diminuições posicionar para a posição (-).
Em geral, o câmbio automático tem as seguintes alternativas:

    • P – Park: com o intuito de estacionar, indicado para dar a partida e desligar o motor do veículo. Breca as rodas de tração.
    • R – Reverse: marcha-a-ré.
    • N – Neutral: ponto morto. Posição que é capaz de ser empregada ao conceder a partida e desligar. Não bloqueia as rodas de tração.
    • D – Drive: para movimentar o veículo para frente, empregado na maior parte do tempo de condução.
    • 4 – 3 – 2 – 1: Posicionamentos que permitem o bloqueio das marchas 4, 3, 2 e 1. O bloqueio é usado em situações extremas na ocasião em que o automóvel muda diversas vezes de uma marcha para outra.

Câmbio manual – Conheça a respeito

No sistema de Câmbio mecânico, a marcha adequada para o movimento veicular é selecionada através do posicionamento da alavanca do câmbio, posta na cabine do motorista. Consoante o padrão do veículo, ela é capaz de ser auxiliada por válvulas pneumáticas ou hidráulicas.
A alavanca da alavanca de câmbio funciona com um mecanismo de seleção de marcha e engate simultâneo à embreagem. Na operação de troca de marcha, a tarefa do uso da embreagem é a de cessar o torque do motor. Ou melhor, o motor e a transmissão são desconectados, durante a troca de marcha (de modo que o motor é capaz de seguir funcionando, mesmo se o automóvel encontrar-se imóvel), e reconectado, aos poucos, mediante a embreagem.
O movimento da alavanca de marchas para o lado elege as hastes (seleção das marchas). Caso a alavanca seja movida para frente, faz engrenar uma determinada marcha para o veículo avançar. Se ela é movimentada para trás, engrena a marcha à ré.

Conheça as vantagens do câmbio manual

    • Veículos com câmbio mecânico são mais econômicos e mais baratos em relação aos automáticos.
    • A caixa de câmbio manual permite a maior quantidade da marcha que o automático.
    • A preservação do sistema de transmissão mecânica é mais barata, não requerendo mão de obra especializada.
    • Em automóveis instalados com câmbio manual, o gasto de combustível é inferior ao automático, particularmente em perímetros que forçam o uso frequente da embreagem, como as cidades.
    • Em comparação com os veículos que possuem transmissão automática de marchas, o rendimento do câmbio mecânico é melhor.

Contratempos em relação à caixa de câmbio manual

A marcha não entra
Este empecilho é bem comum em transmissões manuais. Quando o pedal da embreagem é acionado, a marcha não entra, ou seja, não muda. Pode vir a acontecer com o automóvel parado ou no momento em que o motorista precisa realizar a troca de marcha.
Barulhos no câmbio em ponto morto
Um nível, de fluido bastante baixo – ou uso de lubrificantes não apropriados – inclusive pode ocasionar barulhos, mesmo no momento em que a marcha está em ponto morto. Em sistema de câmbio mecânico, é, também, um sinal de que algumas peças podem estar desgastadas e necessitam ser alteradas.
Transmissão não responde bem
Caso a transmissão seja manual, é possível examinar que após fazer a mudança de velocidade (marcha), o veículo acelera, mas não desloca-se tão ligeiro quanto o motor está empurrando. Diante disso, o problema é capaz de ser simplesmente uma embreagem avariada ou é capaz de ser outro motivo mais grave.
Aroma de óleo queimado
A presença de odor de óleo queimado pode indicar sobreaquecimento da transmissão. Em situações normais, o fluido de transmissão não unicamente assegura a lubrificação, como faz a manutenção da temperatura adequada, não permitindo que os componentes queimem-se.
Em certos veículos, a caixa de marcha tem seu próprio radiador refrigerando e movendo o fluído para conduzir o calor para bastante longe da unidade de disco.
O principal motivo para o sobreaquecimento na caixa de câmbio é o nível de óleo inapropriado à transmissão. Outro motivo pode ser a presença de sujeira no fluido e é preciso substituí-lo.

Câmbio Automático Dualogic

cambio-automatico-dualogic Você, com certeza, já deve ter ouvido falar nos câmbios Dualogic. No Brasil, a Fiat lançou esse padrão de automóvel para facilitar a troca de marcha manual. Com o Dualogic, as modificações são efetuadas mais depressa, entretanto sem perder a potência do motor. Figura-se como um sistema que automatiza a mudança de marcha da alavanca de câmbio manual.
Dentre os benefícios do câmbio Dualogic estão o menor utilização de energia, e, consequentemente, de emissão de poluentes na atmosfera, e a potência do motor mantida ao longo das trocas de marchas, que podem ser manuais ou automáticas.
A transmissão automatizada é uma opção de baixo custo ao câmbio automático e preserva o sistema mecânico convencional, minimizando assim ainda os custos de manutenção. Além dos carros, ela pode ser encontrada em caminhões e ônibus, também.

Inconvenientes do câmbio Dualogic

No entanto, esse perfil de câmbio não é livre de problemas. Existem determinados empecilhos que contrariam a vários donos.
Em um dos casos, um Grand Siena 2012 mostra luz de bateria ligada e alerta de falha no Dualogic. O inconveniente apenas acontece quando existe mudança de marcha e depois do sinal, o sistema passa a trocar de segunda para quarta ou simplesmente conserva-se em ponto-morto, imobilizando o automóvel.
Outro Grand Siena Dualogic, porém do ano 2013, inclusive possui complicações no automatizado. Ao engatar a ré, o equipamento avisa para deixar em neutro e, inclusive, fica imobilizado. A maioria das ocorrências de erros no Dualogic são associados ao sedã compacto, porém existem casos de Punto inclusive.
No Punto, por exemplo, uma unidade correu os primeiros dois mil quilômetros com a avaria, sendo 500 km somente em testes de concessionária. Constantemente em viagem, o câmbio mudava para o neutro e o motor desligava. A Fiat garante que os fatos foram atendidos na garantia e que os problemas estavam relacionados com componentes diferentes, não caracterizando vício sistêmico. Quer dizer, não necessita de um recall.
Desde que o câmbio Dualogic foi apresentado, em 2008, a Fiat geralmente faz atualizações no software a fim de acabar com as falhas que aconteciam na transmissão automatizada, feitas nas autorizadas. Mesmo assim, até os dias de hoje proprietários de Fiat reclamam de problemas de funcionamento – ou o câmbio não troca as marchas ou não engata nenhuma, mesmo em automóveis zero.

Comprar um Fiat com câmbio Dualogic – Vale a pena ou não

Você que queira mais conforto e serenidade para conduzir seu veículo pelas avenidas e está pensando em adquirir um Fiat Dualogic deve pensar bastante antes de adquirir um automóvel desses. Independentemente do seu interior extremamente bem feito, ofertando aconchego e muito espaço, não são poucas as reclamações acerca dos carros que possuem sistema Dualogic. Os problemas relatados são muitos entre eles:

    • O câmbio não troca ou não engata nenhuma marcha;
    • A marcha ré não costuma atuar;
    • O câmbio trava sempre no “Neutro”.

Muitas vezes, a necessidade de assistência do automóvel é ignorada pelo dono do automóvel. Substituir o óleo lubrificante é uma das formas mais simples e mais em conta de se assegurar de que o veículo vai continuar funcionando em bom estado.

De uma forma abrangente, a dica é para que a troca do óleo venha a ser elaborada a cada 5.000km rodados. Mesmo que isto não prejudique seu automóvel, não é exatamente preciso, em especial quando se trata de automóveis novos.

Normalmente, de 6.500 a 10.000 quilômetros ainda é um intervalo aceitável a fim de manter a sua reserva de óleo.

Todavia como entender se o óleo encontra-se bom ou ruim? Observe vários dos sinais que o produto e o motor do carro vão revelar:

Óleo preto e com partículas? atente-se!

Este aspecto é o que você necessita treinar seu olho a notar. A coloração original do óleo é mais para um castanho, o líquido, que é engrossado, irá escurecer depressa após algumas semanas de uso.

Dado que você começa a enxergar partículas misturadas a esse óleo escuro é porque chegou a hora de trocar o produto. Se você não almeja sobrepesar o filtro até o ponto em que os contaminantes cheguem a desabar no motor, promova o mais rapidamente possível a substituição do óleo assim que perceber a alteração do tom e aspecto do óleo.

Motor barulhento? Ache um mecânico!

sinais-para-troca-de-oleo O óleo engraxa o seu motor. Sem lubrificação, as engrenagens irão começar a friccionar umas nas outras, a atritar, gerando barulhos mais detestáveis do que você está habituado a escutar no interior do capô do automóvel.

Trocar o óleo velho por um novo é capaz de prevenir dores de cabeça maiores.

Se esqueceu da data de troca, o que fazer?

Além de certificar-se de que o óleo está no nível apropriado, a coisa mais essencial com relação a saber se o período da troca de óleo está perto é fazer um cronograma de troca.

Caso você não consiga se lembrar da última vez que os fluidos do motor do seu veículo foram trocados, então substitua o óleo independentemente de ter certeza quando foi a troca anterior. Registre a data da substituição atual e faça um planejamento de troca por tempo e/ou quilômetros rodados.

A luz de controle do motor no painel do veículo não fica apagada

sinais-para-troca-de-oleo Vários carros atualmente possuem seu próprio sinal de medidor de óleo, mas, para os mais antigos, a luz do controle do motor pode se mostrar quando há alguma coisa errada com o lubrificante.

Antes de perder tempo tentando checar todo o resto de problemas que o motor é capaz de manifestar, deixe o processo mais simples e verifique a vareta do óleo em primeiro lugar.

Quando o nível do óleo diminuir

O motor irá, paulatinamente, “beber” o óleo. É o que ocorre, quando o fluido está sendo utilizado por algum tempo. Ainda assim, quando o óleo está velho ele, provavelmente, não estará fazendo o seu trabalho com demasiada eficácia.

E no momento em que o óleo não está efetivamente fazendo seu trabalho, o motor irá usar cada vez mais fluido a fim de garantir que seu funcionamento esteja sem problemas.

Na ocasião em que você nota o nível do fluido do motor ficar extremamente reduzido, não é só complementar o óleo. Observe a textura do óleo. É capaz de ser momento de executar a troca completa.

Todo veículo para funcionar de modo adequado demanda que sua mecânica esteja em bom estado. Os faróis, lanternas, limpadores de para-brisa, embreagem, carburador, ou melhor, todos os integrantes precisam estar em perfeito estado para que sua experiência de direção seja muito favorável.
carburador Entre os vários componentes imprescindíveis para o automóvel, um deles se enfatiza em comparação aos demais: o carburador. Contudo você compreende qual o real papel desse importante componente veicular? Você tinha conhecimento , por exemplo, que ele ajuda na manutenção do seu motor? Não?!
Nesse caso, não perca mais seu tempo valioso e retire todas as suas dúvidas! Vamos nessa?

Entenda o que é um Carburador

O carburador é um componente mecânico encarregado da alimentação de um motor à combustão. Ele é incumbido pela geração da união ar/combustível e sua dosagem em motores de combustão interna, seu desempenho básico é totalmente mecânico.
Usado nos automóveis por mais ou menos um século, o carburador passou por alterações em termos de modernização. O carburador foi administrado por equipamentos eletrônicos antes de finalmente ser alterado por uma nova ferramenta: a injeção eletrônica.
O seu uso hoje limita-se a corridas, colocado em veículos de alto desempenho ou também no desenvolvimento de motos, sendo gradativamente trocado pela injeção eletrônica. Como vantagem tem o preço como aliado, sendo a conservação relativamente mais barata com relação a injeção eletrônica, no entanto tendo um gasto de combustível maior, e há a necessidade de conservação regularmente.
Os carburadores foram criados no fim do século 19, ciclo tido como o início da trajetória automotiva. Seu título decorre da palavra francesa “carbure”, que significa carbeto. O carburador é um dispositivo puramente mecânico utilizado para juntar o ar e o combustível usados até a metada da década de 90. O último automóvel carburado do Brasil foi a VW Kombi do ano de 1998.

Descubra o funcionamento do Carburador

O ar aspirado através do pistão atravessa em altíssima velocidade pelo difusor (um estreitamento de passagem) levando uma porção de combustível de um pequeno compartimento reservatório denominado “Cuba”. A borboleta que é unida diretamente ao pedal do acelerador dosa de acordo com sua abertura a quantidade de composto que o motor necessita absorver.
Quando acionada, uma bomba injeta uma parcela de combustível da cuba diretamente através do difusor para a aceleração veloz. Por essa dosagem, ele estabelece o número de rotações por minuto e a intensidade que o motor irá desenvolver. Em marcha demorada achando-se a borboleta fechada, uma agulha de mesclagem controla a abertura de oxigênio e combustível.

Vantagens do Carburador – Compreenda todas

 

    • Exige pouco da parte elétrica já que é um sistema de alimentação mais rudimentar de maneira que o combustível é “arrastado” pelo ar para dentro do motor.
    • Sua conservação, exceto certos casos, é mais simples e em conta, possibilitando em momentos de pane efetuar o auxílio do veículo no local fazendo com que ele prossiga o caminho pelos próprios meios mesmo que provisoriamente, mas para se conceber um trabalho excelente deve-se utilizar muito mais ferramentas, calibradores, manuais e tabelas.
    • Por ser um dispositivo simples, sua construção é barata comparando-se a recursos de injeção eletrônica de combustível.
    • Por serem recursos rudimentares, os carburadores são inclusive mais leves e menores que aqueles de injeção eletrônica.
    • Pelo fato de serem simples, menos pesados e de simples preparação são usados em karts. Nos karts de competição podem significar um veiculo campeão ou um fracasso nas pistas, tendo sua fabricação tão essencial quanto o motor.

 

Desvantagens do Carburador

Apesar de todas as suas vantagens, os carburadores têm certas desvantagens. Confira em seguida:

 

    • Como não usa nenhum sensor ( salvo carburadores mais atuais) não tem capacidade de se encaixar com excelência a qualquer uma das condições de uso a qual é submetido. Assim, o carburador nem sempre consegue ter uma eficiência tão eficiente ou melhor que um dispositivo contemporâneo de injeção eletrônica.
    • O fundamento de funcionamento do carburador é o de acelerar o ar para que esse leve o combustível para o interior do motor. Isso cria um gargalo para o motor. Sem dizer que, adicionado ao fato do carburador jamais obter a mais adequada união ar+combustível, é capaz de ocorrer que a potência desenvolvida jamais seja a máxima para aquele motor comparando-se a sistemas contemporâneos de injeção de combustível.
    • O carburador que não utiliza sensores não é auto-adaptativo. Consequentemente, não pode usar inúmeros tipos de combustíveis como as injeções eletrônicas “flex”.
    • Com as regulamentações atuais no que concerne a emissões, este dispositivo de constituição de mistura não atende mais nenhum valor autorizado pelos órgãos regulamentadores.

 

Carburador – Entenda tudo a respeito de seu funcionamento

Atualmente, somos capazes de afirmar que nenhum carro inédito utiliza os carburadores. Os modelos simples de injeção eletrônica são tão em conta que não há razão para usar algo complicado como um carburador.
Pode ser que você esteja contagiado com o vírus da oxidação ou não seja fã da eletrônica. É capaz de ser ainda que você apresente curiosidade de entender como os motores chegaram no lugar em que encontram-se atualmente. Tudo iniciou por causa do bom e antigo carburador.
Para que o motor funcione de modo adequado, é preciso existir oxigênio razoável mesclado ao combustível a fim de que ele queime integralmente ao longo da combustão. Uma combinação ideal, em que todo o combustível é queimado, é chamada de combinação estequiométrica. Conservar a razão estequiométrica deixa que o motor tire o máximo rendimento da densidade de energia do combustível.
Se houver menos ar que o necessário, a mescla vai estar rica/gorda, e irá causar excessivo gasto de combustível e fumaça em grande quantidade expelida pelo escape, e o motor irá afogar. Caso exista ar demais mesclado ao combustível, a combinação será pobre, e sua queima produzirá menos potência e maior aquecimento.
Devido a isso, os engenheiros automotivos necessitam aperfeiçoar essa relação para adquirir o máximo de trabalho mecânico da combustão. A relação preferível de ar-gasolina é 14:1, e de etanol é de 9:1 – ou seja: para cada parcela de álcool são necessárias nove partes equivalentes de ar. Desejar garantir esta relação precisa esteve na lista de preferências da engenharia automotiva por vários anos.

Técnicas de um Carburador – Saiba tudo

Ainda que bastante gente veja os carburadores como mecanismos mágicos, eles são basicamente um tubo mediante o qual o ar filtrado flui após ser recebido pelo coletor do carro. Dentro deste tubo há um afunilamento onde gera-se vácuo. Neste afunilamento há um pequeno furo denominado giclê regulado por um dispositivo de agulha e bóia.
O vácuo produzido no venturi puxa o combustível da cuba, que encontra-se sob pressão atmosférica. Quanto mais rápido o ar passa através da garganta do carburador, menor a pressão no venturi. Isso ocasiona o aumento da disparidade de pressão entre o venturi e a cuba de nível constante, e deste jeito mais combustível flui pelo giclê e mistura-se ao ar admitido.
Mais abaixo do giclê, há uma válvula borboleta que abre por intermédio de um cabo unido ao pedal acelerador. Esta borboleta pode abrir inteiramente, permitindo um fluxo de ar mais ligeiro por meio do carburador, criando maior vácuo no venturi, o qual envia mais combustível ao motor, produzindo mais potência. Em marcha lenta, a borboleta está inteiramente fechada, entretanto há um giclê de marcha lenta independente dessa válvula que envia uma certa mistura ar-combustível ao motor. Sem o giclê de marcha lenta, o motor apagaria se o condutor não mantivesse o acelerador pressionado.
E aquela alavanca que você observa nos carros antigos? Aquele objeto é o afogador. O afogador serve para melhorar a mistura ar-combustível no momento da partida. Quando você puxa a alavanca, a válvula do afogador fecha e restringe o fluxo de ar na entrada do carburador. Isso enriquece a combinação para facilitar a partida.
Com o motor aquecido, basta empurrar o afogador novamente e deixar seu motor se alimentar daquela mescla estequiométrica mágica.

Veja os muitos modelos de carburadores no mercado

 

Carburador eletrônico

carburador-eletronico Este utiliza um sensor para efetuar o seu funcionamento. Ele foi um dos últimos tipos de motores carburados desenvolvidos. Graças ao sensor, ele mantém uma melhor proporção de ar e combustível, o que aperfeiçoa o desempenho e a economia do automóvel.

Carburadores simples

Quanto ao carburador comum, é possível separá-lo também em 2 tipos: comum e duplo. O simples, como o próprio nome indica, é que ele tem um único duto por onde atravessa o ar. Isto é, ele tem um único venturi. Já o carburador duplo conta com 2 venturis.

Funcionamento do carburador duplo

carburador-duplo A ideia é aumentar a potência do automóvel empregando um venturi extra, o que propicia um vácuo maior. O carburador duplo inclusive tem 2 borboletas. Normalmente, ele abre em dois estágios: o primeiro em pequenas velocidades, e o segundo na ocasião em que se exige mais do motor. Há casos em que eles são simultâneos, ou seja, não interessa a velocidade, os dois acionam em conjunto.

Mas, afinal: é possível dizer qual é o apropriado?

Sim, os carburadores duplos possibilitam uma maior explosão por parte do motor, consequentemente, uma maior potência. Logicamente, várias vezes, isto significa um gasto maior de combustível a fim de dar conta desta demanda.

Saiba quais são os problemas existentes em um carburador

Um dos defeitos mais usuais é o motor engasgar em marcha lenta e em alta velocidade. Parece diversas vezes até que o combustível está adulterado, porém não é isso. Realmente, seu carburador pode estar vazando. Mas o que fazer nesse caso? Você vai precisar analisar o parafuso de mescla de marcha lenta e da combinação principal.
Além disso, observe a vedação do carburador. Inúmeras vezes, devido à condição climática, ele é capaz de ficar com rachaduras, exibindo ressecamento e danos. Nessa situação, procure seu mecânico e perceba se é possível realizar um reparo ou se já está na hora de alterar o seu carburador.
Outro problema é quando o motor não dá partida. Ele é capaz de apresentar problemas quando em marcha lenta ou ficar sem potência na ocasião em que se encontra em alta velocidade. Quando isso acontece, o carburador está fora de ajuste. Entretanto como proceder em um caso destes?
Basta regular o parafuso de mistura do carburador. Em muitas ocorrências, você não vai conseguir ajustar o parafuso convenientemente. Caso isso aconteça, é capaz de ser que alguma das peças do parafuso esteja danificada. Sendo assim, será necessário fazer a modificação de todas estas peças.
Se o motor não ficar em marcha demorada e a rotação se encontrar bastante alta, observe o afogador do carburador e as placas de aceleração. De modo geral, será precisa a modificação de alguma dessas peças. E, quando o carro não arranca ou não mantém a alimentação de combustível em altas velocidades, você irá precisar ajustar o cabo ou linha de controle de aceleração.

Descubra como fazer a conservação de um carburador

Uma ótima higiene ajuda a manter a manutenção de todas as peças. Mas como foi relatado, somente faça isso se você tiver convicção que irá conseguir ajustar tudo outra vez. De nada adianta você deixar o carburador do seu automóvel limpinho caso não saiba como ajustar a borboleta para ele não ficar acelerado, ou o parafuso para que o funcionamento fique impecável.
Mas aí vem a pergunta crucial: Como fazer a manutenção correta do seu carburador? Nós vamos auxiliar você.

Efetuando uma manutenção apropriada

É relevante que você verifique todas as peças, para avaliar se há alguma avaria, fendas ou rachaduras. Caso o estrago seja pouco, é possível consertar as peças, no entanto geralmente não compensa. De modo geral, o preço a fim de fazer o reparo é maior do que a peça nova. Então, compare e perceba se vale a pena. O adequado é modificar a peça e pôr uma nova.
Porém, se você resolver fazer a conservação é preciso acompanhar determinadas orientações. A preservação periódica do carburador deve ser realizada a cada 30.000 quilômetros e consiste numa revisão com desmontagem e limpeza de todos os componentes, além da regulagem ao fim do reparo. Além disso, as mudanças de óleo e filtro fazem parte da conservação do carburador.
Você pode fazer uso de certas ferramentas, como chave de boca e chaves de fenda, por exemplo. Tudo vai depender do perfil de carburador que seu automóvel possui. Ainda é essencial verificar a chapa de identificação da peça, onde é demonstrado o número do carburador, o modelo do automóvel que equipa e as especificações das peças para troca.

Importância da higienização dos equipamentos

Antes de montar o carburador, as peças precisam estar todas limpas e inspecionadas quanto a trincas, empenos e folgas, além disso os gangulantes devem estar de acordo com as especificações do fabricante.
É imprescindível lembrar que, mesmo que seu carburador não mostre falhas, a limpeza se faz bastante precisa. De preferência, faça a revisão de 6 em 6 meses. Essa inspeção preventiva irá evitar o ressecamento do diafragma e das juntas e a ferrugem interna.
O elevado índice de álcool na composição da gasolina, que chega a vinte e sete por cento tanto na comum quanto na aditivada, promove nos carburadores tradicionais os agravos que não acontecem em carburadores preparados para operar com etanol. Tem-se um tipo de gel transparente, que se forma em seu corpo e ocasiona mau funcionamento e dificuldades de regulagem.

Escolha sempre um carburador novo!

Bem como as peças, existem reparos que são mais dispendiosos que um carburador novo. Ou seja, entre permanecer com um carburador que pode dar falhas no futuro, ou botar um novo, vale muito mais a pena botar o novo. Isto é indicado sempre que os defeitos apontados são na estrutura principal. No geral, um duto entorta e o reparo é bem mais complicado de ser desenvolvido e mais caro.

Valor em média dos carburadores

Como relatado acima, é preciso escolher bem quais dispositivos usar e com o carburador não é diferente. Sabendo da importância de se botar um carburador novo e de qualidade para o seu carro, é muito fundamental também conferir o custo de cada um a fim de que o custo-benefício seja aceitável. Em um automóvel, o barato torna-se caro facilmente.
Apesar disto, pela internet, você consegue ter uma excelente ideia sobre valores. Em determinados sites especializados você acha carburadores de R$ 140 a R$ 5 mil. Tudo varia conforme o modelo e o rendimento que você quer. Vários condutores almejam inclusive ampliar a potência do veículo. Nestes casos, as peças são bem mais caras.
Lembre de pedir sugestões para o seu mecânico e avaliar junto com ele o que vale a pena ou não. Na média, os custos oscilam de R$ 300, 00 a R$ 1. 200, 00.

Entenda a respeito da Injeção Eletrônica

injecao-eletronica A injeção eletrônica é um sistema de alimentação de combustível e gerenciamento eletrônico de um motor de um veículo automotor – motor a combustão. Seu uso em ampla escala se deve à necessidade das indústrias de veículos diminuírem o nível de emissão de gases poluentes.
Esse sistema admite um controle mais eficiente da mescla admitida pelo motor, conservando-a mais próxima da mescla estequiométrica (mescla ar/combustível). Isso se reflete em maior economia de combustível, dado que o motor opera sempre com a mescla adequada, e ainda aprimora o rendimento do motor.
O sistema faz a leitura de vários sensores espalhados em locais estratégicos do motor. Ele examina as informações e baseado em outras informações gravadas em sua memória manda comandos para diversos atuadores espalhados em pontos estratégicos do motor. Este procedimento é efetuado inúmeras vezes por minuto baseado nos movimentos da cambota.

Elementos do sistema de Injeção Eletrônica

O sistema de injeção eletrônica tem muitos segmentos. Entre eles se destaca a Central. Nessa ficam armazenadas as informações do veículo e seu funcionamento. A Central ainda faz os cálculos programados para administrar o motor, tanto na alimentação quanto na ignição.
Contudo há também outros componentes importantíssimos que se dividem em dois grupos. Leia a seguir:

Sensores – Conheça os vários tipos

São peças que captam descrições para a central, transformando movimentos, pressões, e outros, em sinais elétricos para que a Central possa avaliar e decidir qual tática acompanhar.

 

    • Sensor de posição da borboleta de aceleração – Este sensor diz à central a posição instantânea da borboleta. Ele é montado junto ao eixo da mesma, e possibilita à central diagnosticar a potência que o motorista está requerendo do motor, entre outras maneiras de funcionamento.
    • Sensor temperatura líquido de arrefecimento – Diz para a central a temperatura do líquido de arrefecimento, o que é bem essencial, uma vez que identifica a temperatura do motor. Enviando um sinal a unidade de comando. que por seu turno muda o tempo de injeção, avanço de ignição, entrada de ar no coletor e até uma porção extra de combustível pelo injetor de partida à frio.
    • Sensor temperatura ar – Esse informa à central, a temperatura do ar que entra no motor. Junto com o sensor de compressão, a central consegue calcular a massa de ar admitida pelo motor e, desse jeito, especificar a quantidade de combustível adequada para uma combustão completa.
    • Sensor pressão do coletor – Encarregado por informar a diferença de pressão do ar no interior do coletor de admissão, entre a borboleta e o motor, e o ar atmosférico.
    • Sensor rotação – Diz para a Central a rotação do motor e na maioria dos dispositivos a posição dos êmbolos, para a central fazer o sincronismo da injeção e ignição. Na grande parte dos projetos, ele é instalado acima de uma roda magnética dentada fixada no virabrequim, porém é capaz de ser achado em outros eixos também.
    • Sensor detonação – Permite à central, detectar batidas de pino no interior do motor. Esse sensor é fundamental para a vida do motor, uma vez que os motores modernos trabalham em condições críticas.

Atuadores

Os atuadores são elementos encarregados pelo controle do motor, recebendo os sinais elétricos da central eles monitoram as reações do motor.

 

    • Injetores – Encarregados pela injeção de combustível no motor, a central controla a porção de combustível por meio do tempo que conserva o injetor aberto (tempo de injeção). Estes são capazes de ser classificados por seu dispositivo de funcionamento: monoponto (com unicamente um injetor para todos os cilindros) e multiponto (com um injetor por cilindro). De forma que esses injetam combustível de maneira indireta, antes do começo das válvulas de admissão, existe também a injeção direta, que os injetores de combustível injetam dentro da câmara de combustão.
    • Bobinas – Item que fornece a faísca (centelha) para o motor. Os sistemas antigos (ignição convencional ) empregam uma bobina e um distribuidor para repartir a faísca a todos os cilindros, já os sistemas contemporâneos (ignição estática) usam uma bobina conectada diretamente a dois cilindros ou até uma bobina por cilindro. A central é responsável pelo avanço e sincronismo das faíscas.
    • Motor corretor marcha lenta ou motor de passo – Utilizado para permitir uma entrada de ar suficiente para que o motor conserve a marcha lenta, indiferente às exigências do ar condicionado, alternador e outros que consigam acometer sua estabilidade. Geralmente, o atuador é inserido em um desvio (by pass) da borboleta, sendo capaz de administrar o fluxo de ar enquanto ela se encontra em repouso.
    • Bomba de combustível – Incumbido por oferecer o combustível sob pressão aos injetores. Na grande parte dos sistemas é instalada dentro do reservatório (tanque) do automóvel, ela bombeia o combustível de forma frequente e pressurizada, passando pelo filtro de combustível até chegar aos injetores.
    • Válvula purga canister – Autoriza a circulação dos gases criados no reservatório de combustível para o motor. Normalmente é acionada com motor em alta exigência.

 

Injeção Eletrônica – Sugestões de preservação

Esse dispositivo foi criado com a finalidade de diminuir a transmissão de gases poluentes. Entretanto, para que isto ocorra, é preciso que seu funcionamento esteja em dia. Para isto, alguns cuidados se fazem necessários. Saiba quais são:

 

    • O consumo demasiado de combustível ou falta de potência do motor pode indicar deficiência no sistema.
    • No painel da maioria dos veículos existe uma lâmpada de advertência ( de modo geral um pequeno motor em amarelo) que ao piscar ou continuar acesa com o motor em funcionamento, sugere alguma anormalidade.
    • A manutenção preventiva do sistema de injeção irá poder revisar a formação de carvão na câmara de combustão, prevenindo danos ao motor.
    • Quando surgir dificuldade em fazer o motor funcionar pela manhã ou ele falhar/engasgar, é possível que o sistema careça de higienização e/ou de conservação. Isto também é válido para carros com carburador.
    • Não pise no acelerador de automóveis com injeção para ligar o motor, pois depois da partida ele inicia seu funcionamento um pouco mais acelerado e logo volta à aceleração normal.
    • Prudência ao fazer “chupeta” em carro com injeção eletrônica, uma vez que uma sobrecarga ou uma inversão de polaridade dos cabos da bateria pode avariar os componentes eletrônicos.
    • Não lave o motor com jatos de alta compressão, uma vez que isso pode provocar falhas no funcionamento do veículo e avariar os componentes eletrônicos.
    • Realize conservação preventiva do sistema a cada 30 mil km.
    • Os combustíveis aditivados ajudam a conservar o agrupamento da injeção limpo.
    • Nunca deixe reduzir totalmente o nível do combustível. Como a bomba elétrica de gasolina fica no interior do tanque, é o próprio combustível que a arrefece. Se ela esquenta muito, sua vida útil minimiza. Além de tudo, com o tanque vazio todas as sujeiras sobem para a injeção e conseguem entupir os bicos.

 

Carburador ou injeção eletrônica – Saiba a diferença

Já faz um bom tempo que a injeção eletrônica apareceu a fim de substituir o carburador tradicional. Por ser mais eficiente e ocasionar um impacto ecológico demasiadamente menor, ela já é empregada em quase todos os veículos que rodam pelo Brasil.
Independentemente do seu uso não ser obrigatório em motocicletas, diversas montadoras vêm optando pela injeção eletrônica em seus novos automóveis. Ainda assim, é normal achar quem não conheça as diferenças entre estes 2 dispositivos de alimentação do motor.

Funcionamento do carburador – Entenda sobre

Os carburadores foram os primeiros equipamentos de alimentação de combustível da história automotiva. Eles foram utilizados no desenvolvimento de automóveis ao longo dos anos noventa.
Com o objetivo de que aconteça a queima de combustível e um motor funcione, é vital que ele se misture com o ar na dosagem correta. Nos motores com carburador, esta mescla é efetuada de maneira mecânica.
O carburador é constituído, basicamente, de um tubo por onde flui o ar que é admitido pelo coletor. Nele, existe um estreitamento em que gera-se vácuo e o combustível é injetado de forma progressiva. Ao ativar o acelerador, o dispositivo manda a mistura de ar e combustível ao motor.

Conheça as qualidades do carburador

O funcionamento do carburador é bem mais simples do que da injeção eletrônica. Devido a isso, sua manutenção também normalmente é mais barata. Por também ser mais compacto, hoje em dia ele normalmente é usado em aparelhos como cortadores de grama, motosserras, etc.
Por operar de maneira mecânica, o carburador não possui a capacidade de se ajustar às diferentes condições de utilização. Isto faz com que ele consuma uma quantia maior de combustível e emita mais poluentes em comparação ao sistema atual.
Por essa razão, ele também não deixa que o motor desenvolva o máximo da sua potência. Já que a relação entre ar e combustível raramente vai ser a ideal.

Saiba como opera a injeção eletrônica

O sistema de injeção eletrônica alimenta o motor de forma aperfeiçoada. Para isso, ele é constituído de muitos sensores que recolhem informações com relação ao funcionamento do automóvel. Essas informações chegam até uma central de informações, um chip eletrônico que atua como o cérebro do sistema.
Este componente avalia os dados obtidos e envia comandos de alimentação para os atuadores – bomba de combustível, bicos injetores, entre outros.

Entenda as utilidades da injeção eletrônica

Fazendo atuar em situações propícias, a injeção eletrônica permite uma utilização mais eficaz do combustível, o que ocasiona em uma economia. A emissão de poluentes também é bem contida com esse dispositivo. Diferentemente dos motores com carburadores, os motores por injeção eletrônica não têm complicações na hora da partida em dias gelados.
Além de tudo, existem mais razões a fim de que o sistema de injeção eletrônica seja tão utilizado nos dias atuais. Veja a seguir:

 

    • Otimiza o desempenho dos motores
    • Tem durabilidade mais extensa
    • Proporciona economia de combustível
    • Diminuição na propagação de poluentes

 

 

Ter um veículo do ano, inteiramente completo é bem satisfatório para os amantes das quatro rodas, não é verdade? Especialmente quando sentamos em bancos de couro e todo o acabamento interno nos dá um contentamento na ocasião de conduzir, correto?!

Para você que aprecia o conforto dos bancos de couro , aqui vai tudo a respeito do que você deve saber a respeito desse elemento que fornece um ar de sofisticação no seu automóvel!

Banco de couro ou tecido: benefícios e males de cada um

banco-de-couro Nós passamos várias horas dentro do carro, seja no tráfego cotidiano ou quando vamos viajar. Em razão disso, ter um veículo aconchegante é bastante importante, e parte deste conforto acha-se no material do banco.

Há opções para revestimento em couro ou tecido, e cada um desses materiais possui suas vantagens e desvantagens. Neste artigo, iremos mostrar quais são elas, a fim de que você consiga optar pelo revestimento que mais atenda sua vontade e prioridade. Confira!

Couro animal

Como a própria nomenclatura diz, este tipo de estofamento para banco é fabricado com couro de procedência animal, parcela constituinte da sua pele que é curtida e preservada do apodrecimento. Esse material é sinônimo de prestígio, e por essa razão, tomado como requintado.

O banco de veículo revestido com couro é bastante almejado. No entanto, a maioria das pessoas prefere este material pelo realce que ele dá e não por saber os seus benefícios. Saiba quais são as suas vantagens e desvantagens:

Prós

Além de ser um material nobre, como foi relatado, o couro possui também um visual bem agradável, que faz com que o automóvel se torne charmoso, ou, então, moderniza o seu interior em razão da aparência e seu revestimento.

O couro é fácil de limpar, visto que sua superfície não aglomera poeira. Ele ainda é impermeável, e isso propicia esterelizar líquidos que sejam derramados. E há produtos destinados para higienização do couro, o que ajuda a manter a aparência novamente.

O fato de não aglomerar poeira inibe a multiplicação de ácaros e fungos nos bancos, e esta é uma grande vantagem para pessoas alérgicas ou frágeis a esses agentes. A estrutura desse material também impede os cheiros ruins e, como ele é capaz de ser facilmente limpo, se mantém com um bom cheiro.

Para os veículos com ar-condicionado, o couro ajuda a preservar o clima agradável dentro do automóvel em temperaturas quentes, já que viabiliza o resfriamento do ar.

Desvantagens

Como é de se esperar, o couro, sendo nobre, tem um valor mais alto em relação aos demais estofamentos, e isso demanda um gasto maior. O aparato ainda pode ressecar com naturalidade, especialmente pela ação do sol – o que vai demandar um cuidado especial com a hidratação, que necessita ser constante.

O couro inclusive se conserva com a temperatura conforme o ambiente. Assim, em dias quentes ele é quente, e em temperaturas frias ele é frio, o que tem grande chance de causar incômodo se o veículo não possuir regulagem de temperatura nos bancos.

A cor do revestimento de couro é conseguida por meio de tingimento, e com o transcorrer do tempo, o aparato é capaz de descolorir ou ficar manchado.

Couro sintético

No caso do banco de couro sintético, ele é fabricado com aparatos que imitam o couro animal, e sua composição é capaz de ser 100% sintética ou incluir uma parcela de couro legítimo. Contudo, seu valor é mais baixo e sua propriedade inferior ao couro original. Porém ele possui também vantagens e desvantagens. Veja:

Vantagem

O couro sintético é tido como um aparato ecológico e, devido a isso, pode ser uma excelente opção para quem deseja o aspecto do couro, mas quer algo mais sustentável. Como relatado, seu preço é menor do que o couro original, podendo ser até 40% mais em conta em comparação ao primeiro.

A limpeza do couro sintético ainda é fácil de ser efetuada, bastando um tecido úmido. Ainda por cima, sua hidratação não necessita ser tão frequente quanto a do couro bicho.

Males

Os pontos nos quais o couro sintético tem prejuízo acham-se no fato de que ele esquenta mais em comparação ao couro animal e, ainda, não admite a transpiração da pele, causando desconforto em temperaturas mais quentes.

A sua longevidade também é inferior, e este material pode rasgar com mais espontaneidade ou apresentar desgastes.

Banco de tecido

Os bancos de tecido são os mais usuais e acham-se presentes também nos modelos de veículo de critério mais elevado. Essa é uma opção mais em conta do que os dois modelos de couro, e ainda possui vantagens e desvantagens.

Benefícios

O tecido é mais aprazível para qualquer clima. Desse jeito, sendo um dia quente ou frio, o banco vai estar agradável para os ocupantes do veículo. Os consertos nesse tipo de aparato são inclusive mais fáceis de serem realizados e, por isso, pesam menos no bolso. Esse material é capaz de ser lavado e higienizado: a limpeza profissional consegue extiguir toda a sujeira e renovar a aparência dos assentos.

Sua longevidade é condicional, pois depende da qualidade das tramas do material empregado, se a utilização do veículo é bastante habitual e o tipo de roupa dos ocupantes, porque algumas podem gerar maior atrito e desgastar o tecido.

Contras

A principal desvantagem do banco de tecido é que este material concentra muita poeira e é capaz de proliferar ácaros. O tecido ainda é capaz de ficar com mau cheiro motivado pelo acúmulo de sujeira ou então pela umidade atmosférica que ele retém, tendo potencial de ocasionar o mofo.

Outra desvantagem é que o pano não é impermeável, dessa forma, líquidos derramados no banco são sugados de forma rápida e atingem a espuma da estrutura. Isso tem grande chance de causar mau cheiro, bolor e ainda manchas no banco.

Contudo, qual é o melhor: o banco de couro ou tecido?

Como você pôde ver, tanto o couro como o pano têm suas vantagens e desvantagens. Sendo assim, o mais adequado é saber as vantagens e desvantagens e relacioná-las com suas preferências e com aquilo que você aguarda para o seu carro e seu conforto.

Optar entre banco de couro ou tecido é uma escolha pessoal, e cada pessoa possui a sua opinião a respeito desses aparatos. Por conseguinte, analise as propriedades de cada um, seu orçamento, reflita naquilo que você precisa e inclusive admita o ponto de vista da sua família, que usará o veículo com você. Dessa maneira, você vai poder optar pelo banco de couro ou tecido com a convicção de ter desenvolvido a melhor alternativa!

Dicas para escolher o banco de couro de seu veículo

carro-com-banco-de-couro Além de dar valor ao visual do automóvel, o couro tem, certamente, uma vida útil maior do que outros materiais. E para fazer sua longevidade se estender, é preciso tomar alguns cuidados primordiais.

O couro é produzido de pele animal, no entanto é importante analisar a qualidade e legitimidade do revestimento. Caso você vá até uma loja alterar o seu banco e receber um enorme abatimento no preço, desconfie. Alguns locais oferecem outros aparatos, como o vinil e o plástico, no lugar do couro sem o cliente perceber.

Devido a isso, o melhor é realizar a troca em um profissional confiável.

Após conhecer mais sobre os benefícios, cuidados e em que lugar vai fazer a troca do seu revestimento, você irá escolher a nova cor dos seus bancos. Há opções no mercado para todas as pessoas, para quem gosta de tons mais discretos pode escolher pelo tradicional preto, pelo cinza ou pelo marrom.

Para quem gosta de um toque diferenciado, pode preferir cores menos escuras, como o bege ou os couros coloridos, como o vermelho, o azul e até o branco. É válido lembrar que colorações claras sujam com mais facilidade do que as escuras.

Como definir o apropriado revestimento em couro para seu carro?

Os consumidores que pensam em revestir o banco do veículo com couro necessitam de estar atentos à qualidade do produto a ser optado.

Determinadas dicas podem facilitar a escolha por um material legítimo e que tenha vida útil longa:

1 – A cor do couro, por exemplo, necessita ser a mesma tanto na frente quanto na parte de trás. Suspeite se ele apresentar colorações diferentes, já que pode ser um aviso de que o procedimento de “varação”, período que a tinta leva para permear o couro, não foi efetuado apropriadamente, sendo capaz de desbotar futuramente.

2 -As “raspas de couro” é um subproduto do couro e devido a esse motivo não pode ser tido como um produto legítimo. Empresas que cobram preços bastante inferiores aos praticados no mercado podem estar vendendo esse tipo de aparato.

3 – Itens como camurça sintética, vinil e plástico inclusive são capazes de ser comercializados como couro e ter valor reduzido.

4 – Selecionar a empresa incumbido pela instalação também é imprescindível a fim de garantir a qualidade do couro.

5 -O prazo de garantia ofertado necessita ser superior a 1 ano, visto que os defeitos da matéria-prima e imperfeições da instalação apenas começam a aparecer após seis meses de uso. Embora o couro legítimo fique melhor com o decorrer do tempo.

6 -A instalação deve preponderar por um bom acabamento, o estofamento em couro não pode expor rugas ou sobras, devendo seguir as angulações de cada banco e partes, bem como o encosto de cabeça, precisam ser costuradas à mão.

DESCUBRA COMO PRESERVAR E CONSERTAR BANCOS DE COURO

manutencao-do-banco-de-couro Estudiosos declaram que pequeninos consertos podem ser efetuados em peças com estragos causados por cigarro ou esfoladas pela utilização. Como o revestimento é costurado em parcelas, diversas vezes consegue se trocar só a parte danificada.

Entretanto, em alguns casos, o aconselhado é substituir toda peça em volta da avariada, pois, inúmeras vezes, de um lote para outro há disparidade de tonalidade do couro. O mais caro é a mão de obra e diante disso substituir toda a peça não faria tanta diferença no custo final do conserto.

Em alguns casos, caso o dano seja meramente um pequeno arranhão, o conserto é capaz de ser feito com pintura no lugar afetado sem precisar retirar totalmente a peça. Para que consertos dessa maneira sejam efetuados, o estrago não pode passar da superfície da pigmentação. Esse serviço tem um valor mais em conta para o freguês.

Airbags laterais

Em tipos com airbags laterais frontais instalados no banco são necessários zelos especiais na ocasião de consertar o revestimento. Por isso é ótimo em todo o caso examinar o manual do automóvel. Caso o guia não sane todos os questionamentos, o ideal é procurar uma concessionária autorizada a fim de ter uma orientação profissional.

A Fiat, por exemplo, estabelece que a retirada e a recolocação do side bag com cover plástico (aqueles que tem uma cobertura saliente) precisará de ser efetivada somente por profissionais de sua rede de concessionários.

Já em bancos cujo side bag não tenha o cover plástico, o revestimento de couro nunca poderá ser reparado. A capa sempre necessitará de ser substituída somente por uma original, e a substituição deverá ser efetuada na concessionária.

A mesma sugestão é compartilhada pela japonesa Nissan. Os modelos Altima e o Sentra têm o side bag no encosto dos bancos.

Tal como a Fiat o revestimento não é capaz de ser reparado e precisa ser substituído a capa completa por uma original.

“Nos side bags sem o cover plático existe uma ‘fragilização’ intencional na zona de abertura do side bag para a deflagração correta da bolsa (tempo de abertura e direcionamento). Nesta região existe um controle eletrônico do número de pontos da costura além de um controle rigoroso das propriedades mecânicas do aparato da linha utilizada”, reitera a Nissan.

Fornecedor – Tapeçaria Alemão

A Tapeçaria Alemão é reconhecida por todo o território nacional. Em São Paulo, está no primeiro lugar de mercado há muito tempo devido à qualidade indiscutível dos serviços executados e espetacular matéria-prima usada na confecção dos revestimentos.

Fornecedor – Banco de Couro BH

A Banco de Couro BH possui o objetivo de oferecer revestimentos em couro para o interior de seu automóvel, qualquer que seja a marca ou modelo de seu automóvel, com incomparável qualidade e custos imbatíveis! Para isto, sua parceria com as maiores empresas do ramo de couro automotivo de Minas Gerais, possibilita a eles oferecer custos de até quarenta por cento inferiores aos praticados no mercado, preservando a mesma excelência de parâmetro que você acha nas Concessionárias.

HIDRATANTE DE COURO

hidratante-de-couro
Deixar os bancos de couro hidratados dá um encanto especial e causa total diferença no momento de negociar o automóvel. Com o tempo, o assento fica desgastado e junta sujeira na superfície.

Hidratação do Couro: veja como preservar os bancos do seu carro caprichados!

Ilude-se quem pensa que o banco de couro automotivo, por ser mais resistente, requer menos zelos que o de tecido.

Caso não seja feita a manutenção da maneira apropriada, o couro pode rachar e até desbotar com o tempo. E, seguramente, isso é uma coisa que prejudica a aparência do seu automóvel.

Neste post, daremos dicas para você efetuar a higienização e hidratação do couro e manter o seu revestimento com aparência de novo por mais tempo. Acompanhe o texto e fique sabendo!

Como higienizar o banco de couro do seu veículo?

Antes de fazer hidratação do couro é necessário tomar determinados cuidados com a limpeza. Isto porque a tintura da roupa, suor, chaves, poeira aglomerada e até o transporte de crianças que geralmente deixam alimentos cair sobre os bancos geram uma camada de sujeira que tem necessidade de ser removida.

Para esse fim, utilize uma esponja macia e sabonete ou detergente neutro diluído em água. Nas partes da costura, que demonstram sujeiras mais difíceis, você pode usar uma escova esfregando educadamente, com o cuidado de não desgastar o estofamento. A secagem deve ser feita com um pano seco.

Caso o revestimento apresente manchas complicadas, muito provavelmente, vai ser precisa a higienização por um especialista. Não use produtos abrasivos ou força excessiva para tentar removê-las, isso poderá estragar o banco do seu veículo.

Depois da limpeza, o couro vai estar pronto para receber a hidratação!

Qual o tipo de hidratante você deve selecionar?

Estudiosos indicam que quanto mais fino for o hidratante, melhor vai ser a absorção do couro. Ainda por cima, dê prioridade a hidratantes líquidos de primeira linha, uma vez que eles espalham mais facilmente e de forma uniforme.

Outro ponto essencial a se notar é o aroma do produto. Mesmo que a fragrância dure poucos dias ou semanas, não será prazeroso habituar-se com um aroma forte ou que não satisfaça seu nariz.

Como fazer a aplicação certa do hidratante?

A hidratação deve ser realizada de forma harmoniosa. Então, o correto é espalhar o hidratante em quantidades equivalentes ao redor de todo o revestimento do couro.

Deixe agir em torno de 40 min. Depois deste tempo, caso você note pontos com maior concentração de produto, passe uma flanela seca para remover os excessos.

A fim de não errar, dê prioridade a uma hidratação realizada por um especialista a cada 2 meses, pelo menos.

É correto usar creme corporal para hidratação do couro?

Muitas pessoas fazem emprego de cremes corporais para hidratar o couro automotivo. Mesmo que seja normal escutar que o resultado é bom e barato, esta prática não é sugerida por pesquisadores.

Dá-se que o creme corporal é um cosmético com tarefas distintas aos produtos desenvolvidos para aplicação no couro do seu automóvel. E o porquê é bastante simples: a pele humana é divergente do couro automotivo.

Cremes corporais não exercem bem a limpeza e uma hidratação profunda. E o pior: são capazes de deixar o banco com aspecto melado e escorregadio, reduzir sua durabilidade, aglomerar resíduos e inclusive expelir componentes que engorduram os vidros.

Embora os cremes corporais aromatizem o veículo e passem uma falsa sensação de limpeza e hidratação, dê prioridade a produtos automotivos que desempenham a função e entregam melhores resultados.

A hidratação do couro deve ser efetuada em qual período de tempo?

O prazo aconselhado para a hidratação do couro automotivo difere consoante a região do país e a coloração do revestimento.

Regiões de clima quente exigem a utilização constante do ar condicionado, que retira umidade do ar e tem a tendência de ressecar o couro. Para estes acontecimentos, o aconselhado é realizar a hidratação a cada 2 meses.

Para locais de climas mais amenos e molhados, a hidratação poderá ser feita a cada quatro meses.

Caso a tonalidade do couro seja mais clara, pode ser necessário uma higienização semanal. O que diminui também o período de tempo para hidratação.

E as frotas, demandam zelos especiais?

Agora que você já sabe cuidar dos bancos do seu automóvel, chegou o momento de falarmos da gestão de frotas: na realidade, frotas comerciais muitas vezes usam bancos em couro pois fornecem maior aconchego e refinamento para motoristas e ocupantes – isto é, o seu cliente!

Pense em um taxista ou motorista de aplicativo que transporta seus passageiros à medida que os bancos estão sujos ou melados. Essa será uma experiência frustrante para o cliente e, muito provavelmente, vai resultar em avaliações negativas e menos chances ao condutor.

Tenha em mente que os automóveis representam a imagem do seu negócio no trânsito e podem otimizar o relacionamento com os clientes – além de ser o local que o condutor vai passar a maior parte do seu dia. Portanto, o zelo com o couro deve ser uma preocupação habitual.

Adote estas sugestões e tenha os bancos do seu veículo e da sua empresa sempre higienizados e com aspecto de novos!

TESTE DO PRODUTO

Várias vezes não percebemos e só depois de limpo que observamos a diferença da formosura do couro. Fazer uma conservação habitual para hidratar o couro é imprescindível. Observe esse teste com 5 produtos. Confira a análise:

1. TecClean

Valor: R$ 5, 27

Quantidade: 200 ml

O hidratante renovador de couro Tec Clean, da marca Tecbril, é o mais acessível de todos e mesmo com o baixo preço, o produto é eficiente. Ele hidrata o couro e deixa um cheiro refrescante no veículo. O custo-benefício é compensatório. Por ser mais pastoso que os hidratantes importados, o TecClean demanda mais cuidado na aplicação, precisando espalhá-lo por mais tempo. O problema está na embalagem, a tampinha escapole facilmente e se não tiver cuidado pode derramar todo o produto.

2. Meguiar’s Gold Class

Valor: R$ 87, 90

Tamanho: 400 ml

O Hidratante de couro da Meguiar’s é o mais caro, porém compensa o investimento. O produto importado cumpre a função de realizar a limpeza e hidratar o banco de maneira perfeita. Comparando com as demais marcas, o Meguiar’s foi o que mais rendeu, carecendo de menos quantidade para espalhar. Mesmo sem o modelo de spray a sua saída é funcional e a aplicação é bastante prática. O aroma não é forte e foi o que melhor tirou a impureza dos carros e deixou o couro brilhando.

3. Mothers

Preço: R$ 85, 90

Quantidade: 710 ml

O hidratante importado da Mothers opera satisfatoriamente, deixando o couro reluzente e higienizado. Por ser bem líquido, a sua maior vantagem é a simplicidade de espalhar. O bico de spray também colabora na aplicação, no entanto é preciso prestar atenção para não espirrar o produto em outras partes do veículo. O preço não é amistoso, contudo o produto possui 710 ml e rende bastante. O ponto negativo é o odor intenso que deixa no veículo.

4. Hidratante Corporal Nivea

Valor: R$ 9, 90

Quantidade: 200 ml

Muita gente faz isto, porém utilizar hidratante corporal no couro do carro não é aconselhado. O banco fica melado e escorregadio, não alcançando o efeito desejado. Ao aplicar o produto, ele mais perfumou o veículo que hidratou. O creme da Nivea passou distante do item de higienização e não conseguimos um excelente resultado.

5. Cartech

Valor: R$ 27, 03

Tamanho: duzentos ml

O produto da Cartech também é uma boa alternativa. Ele é neutro, não deixa cheiro no carro e hidrata o couro. O banco não fica tão brilhante como os dos produtos importados, no entanto eliminou a impureza. A aplicação é mais demorada pois o hidratante é pastoso, portanto, é preciso espalhar muito.

Dicas de aplicação:

Veja algumas dicas, orientando como hidratar o couro do automóvel:

– Antes de executar a aplicação, é imprescindível tirar a poeira da região que vai ser hidratada.

– Aplique o produto em um pano primeiro e não diretamente no banco. Em situações mais complicadas utilize uma escovinha para ajudar na aplicação.

– No decorrer do procedimento não coloque muita força e faça movimentos circulares. O hidratante será absorvido na parte superior do banco e não na espuma.

– Caso o banco esteja bastante sujo, deixe o carro no sol por certo tempo. O calor abrirá os poros do couro e facilitará a limpeza.

– O aconselhado é hidratar e limpar o couro duas vezes por ano.

Você sabe a distinção entre alinhamento, balanceamento e cambagem? Caso sua resposta seja negativa, não se preocupe. Bem como diversas pessoas, você possui também complicação em diferenciar esses métodos significativos para a durabilidade dos pneus, rodas e da suspensão do seu veículo. Você não sabe se precisará alinhar as rodas ao observar que seu veículo puxa para o lado ou quando ele manifesta barulhos em certas velocidades? Ou será que nesses casos o aconselhado é balancear? Na dúvida você sempre pede para instituírem os dois? A falta de noção é capaz de, diversas vezes, fazer você desperdiçar dinheiro. É o que costuma acontecer no ato da cambagem. Esse procedimento é necessário em somente 2% dos automóveis nacionais, entretanto, por total desconhecimento, inúmeros proprietários de automóveis têm sido enganados. Por causa disso, separamos, aqui, tudo o que você precisa saber a respeito de alinhamento, balanceamento e cambagem .

Alinhamento

alinhamento O padrão mais comum de conservação de pneus é o alinhamento , uma vez que ele trabalha diretamente com a suspensão do carro, o que, se for mal feito ou ignorado, tem probabilidade de ocasionar falhas, prejudicando o equilíbrio, a segurança e a rodagem do veículo. Portanto, é sugerido ficar constantemente atento nisso.
O alinhamento basicamente é um processo que ajusta os ângulos de direção e suspensão do veículo. Existem três tipos e eles são definidos como:
– Divergência ou convergência: inclinação positiva o negativa dos pneus no eixo horizontal;
– Câmber: inclinação positiva ou negativa dos pneus no eixo vertical;
– Caster: inclinação do pino mestre com relação à suspensão.
A maioria dos automóveis é criada a fim de reduzir o desgaste dos pneus e, também, potencializar o aconchego do condutor. Caso você deseje melhorar o desempenho do seu automóvel, pode ajustar o alinhamento dos pneus. Automóveis diversos possuem necessidades diferentes.
O alinhamento do automóvel é para acertar os ângulos das rodas, conservando-as perpendiculares ao solo e paralelas entre si. Caso você perceba que seu automóvel puxa para a direita ou para a esquerda no momento em que você libera o volante por um curto espaço de tempo, você precisa analisar se as rodas do seu automóvel estão alinhadas.
Na maioria dos automóveis, o alinhamento previne:

    • O desgaste desproporcional dos pneus, ampliando a sua vida útil;
    • O prolongamento do contato do pneu no solo, colaborando para a economia de combustível do veículo;
    • O movimento do veículo, aprimorando a condução e a segurança.

O alinhamento do seu automóvel pode ficar comprometido por causa do choque do pneu com uma calçada, fissuras nas vias ou inclusive em acidentes mais sérios como uma batida. No momento em que o automóvel acha-se desalinhado, as extremidades (ombros) dos pneus se deterioram mais rapidamente, comprometendo o rendimento do veículo. Isso fará com que você precise substituir os pneus antes do esperado. Um mero desalinhamento pode provocar grandes problemas, visto que o objetivo é otimizar a condução e potencializar a vida útil dos pneus.

Quando fazer o alinhamento dos pneus?

• Em todas as revisões periódicas orientadas pelo fabricante do veículo;
• Sempre depois de um impacto forte contra buracos, pedras, guias ou outros itens;
• Sempre que acontecer a modificação de algum item da suspensão ou da direção;
• Toda vez que constatar algum comportamento estranho no veículo, tendendo a ir mais
para um lado ou com complicação de se preservar na trajetória;
• Quando forem examinados consumos irregulares nos pneus;
• Sempre que acontecer modificação de pneus.

Quanto tempo demora para fazer o alinhamento de um automóvel?

Nas rodas dianteiras e traseiras o processo é realizado em cerca de trinta minutos. É uma operação tranquila e deve ser realizada por peritos com equipamentos adequados. Por essa razão, é sugerida a rede de revendedores que possui aparelhos de ponta e especialistas altamente qualificados.

Alinhamento Técnico

O processo dito “normal” inclui a regulagem da “convergência” das rodas da frente ( que é exercido regulando-se as barras de direção cujas pontas rosqueadas são capazes de aumentar ou encurtar o comprimento das barras) e – em determinados carros – o ajuste da “cambagem” (ajuste do ângulo que as rodas efetuam com o solo) que é exercido nos parafusos de fixação dos pivôs das bandejas.
A grande parte dos carros atuais não possui a regulagem de cambagem e, no momento em que os ângulos de cambagem estão fora do normal (cada veículo conta com os seus ângulos pré-especificados pelo fabricante), é preciso alterar as buchas das bandejas, ou as bandejas inteiras. Se isso não resolver, então irá ser preciso efetuar o “alinhamento técnico”.
Nesse caso, será preciso fazer o “repuxo” das partes estruturais do veículo a fim de que seja reiterado o reenquadramento original do monobloco ou das subestruturas de fixação das bandejas e demais componentes da suspensão. O método mais popular é o repuxo das árvores dos amortecedores frontais ( em se tratando de suspensão McPherson), método produzido “à frio” nas grandes lojas de serviços. No momento em que os ângulos estão bastante fora do padrão ( graças a uma batida) é preciso o uso de repuxadores (mais populares como Cyborgs).
Contudo, de modo geral, a simples substituição das buchas, bandejas ou pivôs, resolve o problema (se o automóvel não tiver sofrido batida ou relevantes avarias). E uma informação de muita importância: os ângulos de cambagem necessitam de ser idênticos nas duas rodas: se um lado possui zero grau o outro também tem que ser ajustado para zero grau, se um lado está 1/4 positivo o outro também deve estar.
Sistema 3D:
O sistema 3D é bastante diferente: um sensor lê a posição de um refletor instalado em cada roda e mostra na tela do computador o desenho tridimensional de fragmentos do automóvel e a divergência das medidas em relação ao parâmetro de indústria.
Esta tecnologia intensifica a exatidão e ainda minimiza o perigo de perda de calibração dos dispositivos, pois os sensores estão fixos e os refletores nas rodas não carecem de calibração. O técnico apenas precisa equiparar o resultado adquirido pelo software, que traz instalado as medidas de muitos modelos de carro e também mostra a correção a ser efetuada.
Cada vez mais a tecnologia alcança as oficinas mecânicas, tornando os trabalhos de conservação mais seguros. O laser é deixado para trás e entra em cena o alinhamento em 3D. Com ele, pode-se analisar os parâmetros de indústria de cada carro e acompanhar o parâmetro de fábrica.
Todo o processo é norteado pelo computador, que passa as ações ao mecânico. A câmera lê o sensor que está na roda e ela identifica, segundo o deslocamento dos pneus, os graus e a inevitabilidade de utilização de um caster (o ângulo de caster propicia firmeza e estabilidade para a direção possibilitando dirigir em linha reta com esforço mínimo). Um ângulo de caster exagerado torna a direção pesada ou o próprio alinhamento.
O alinhamento 3D é bem mais necessário com relação ao executado pela antiga máquina laser. Na máquina laser, o mecânico não possui a referência do automóvel e o grau certo. Nesse caso, o mecânico mira o laser para uma escala na frente, que várias vezes, caso não esteja calibrada, fica a desejar para o cliente, que imagina que fez um trabalho eficiente, porém continua gastando o pneu de forma irregular.

Alinhamento Digital

O alinhamento de direção digital – inclusive denominado como computadorizado – é um sistema de rotina para qualquer pessoa que possua um automóvel, devendo ser feito a cada 10 mil km percorridos.
Além de influenciar diretamente a segurança do condutor, estudos recentes atestaram que o alinhamento de direção inapropriado é responsável por mais ou menos 50% de todos os danos em peças rotativas de máquinas.
Independente de nos dias atuais existirem diversos tipos de alinhadores de direção no mercado (englobando desde tecnologias mais tradicionais até alinhadores 3D), o alinhador de direção digital ainda é uma prioridade das oficinas devido seu custo benefício, simplicidade e confiabilidade.

Características do alinhador de direção digital:

    • Alinhador digital de 2 a 4 cabeças;
    • Comunicação através de tecnologia Wi-fi, envia os dados direto ao computador;
    • Tecnologia wi-fi que dispensa o uso de painéis que tomam espaço enorme na oficina;
    • Leitura dos dados de alinhamento feita nos displays digitais das cabeças de medição ou na tela do computador, não sendo necessário o uso do computador;
    • Faz medições de camber, caster, KPI, convergência, centralização de volante e set-back;
    • Simples instalação e fácil manejo;
    • Acompanham garras ligeiras de série, barra de aferimento, software de alinhamento em língua portuguesa para emissão de relatórios, banco de dados atualizado com automóveis nacionais e importados com atualização automática via internet, entre outros dispositivos.

O procedimento é simples. No momento em que as garras são acopladas às rodas do automóvel, é realizada a leitura dos dados feita nos displays digitais das cabeças de medição ou na tela do computador. Aí os dados são processados de forma automática pelo programa, e assim proporciona que o técnico perceba se as rodas estão alinhadas ou não.

Os fundamentais passos do procedimento:

    • Segurança e desligamento;
    • Análises preliminares;
    • Medição das posições dos eixos;
    • Análise dos gráficos e cálculos;
    • Deslocações do eixo;

Um correto alinhamento de direção digital tem o intuito de evitar oscilações, desgaste dos pneus, superaquecimento do veículo, redução de potência e – particularmente – garantir a segurança do motorista pelos próximos 10 mil km.
Do ponto de vista financeiro, o alinhador de direção digital é extremamente rentável por permitir um procedimento ligeiro e protegido dentro da oficina através de um consumo de energia bem baixo.
Isto sem contar, é claro, na peculiaridade e custo associado oferecido aos consumidores, visto que o alinhamento de direção digital proporciona ao proprietário do automóvel diversas vantagens como:

    • Menor avaria dos rolamentos;
    • Maior conservação das vedações, eixos e acoplamentos;
    • Preservação da temperatura no rolamento e no acoplamento;
    • Redução das vibrações nos eixos e parafusos da suspensão;
    • Redução significativa de avarias nos eixos e parafusos da suspensão.

Todas essas vantagens podem – e devem – ser mostradas aos compradores para agregar significância e diferençar uma oficina da concorrência.

Aferição do dispositivo

Apesar do método ser relativamente fácil e frequente dentro das oficinas, a calibração do dispositivo é um item fundamental para assegurar um serviço de qualidade.
Um erro comum em oficinas é o emprego de dispositivos desregulados, na maioria das vezes decorrência de deformações nos eixos paralelos que constituem as garras dos alinhadores.
Isto pode chegar a ter inúmeras causas, desde agravos resultantes de pancadas até utilização inadequada do dispositivo.

Balanceamento

Kbalanceamento Caso você perceba que o seu volante vibra ou se o seu veículo apresenta barulhos em determinadas velocidades, você necessita dar uma olhada no balanceamento das rodas do seu veículo. As implicações de não efetuar ou de realizar um procedimento mal executado nas rodas dianteiras e traseiras se concretizam por essas vibrações, seja no volante, no piso do veículo, no painel de instrumentos ou nos assentos. Isto pode acontecer em diferentes faixas de velocidades. Balancear as 4 rodas é em absoluto fundamental para o aconchego na condução e na conservação do aproveitamento dos pneus.
O balanceamento das rodas é um serviço realizado para balancear o peso dos pneus e rodas, colocando o “chumbinho”. Esse serviço evita o desgaste irregular dos pneus ampliando a vida útil dos mesmos, além da economia e estabilidade do carro.
O procedimento garante a restauração do equilíbrio entre as rodas e os pneus, impedindo deteriorações desnecessárias e conservando por mais tempo os pneus. A calibração também é uma forma de auxiliar a balancear, visto que deixa a estatura similar e oferece maior sustentação.
O sugerido é que se realize o balanceamento dos pneus a cada 10 mil quilômetros percorridos. Para isto, eles necessitam de estar em boas condições de utilização de maneira a não prejudicar tais ajustes.
Balancear as rodas faz parte do pacote básico de cuidados que você necessita ter com seu automóvel. Ele está vinculado à suspensão do veículo, impedindo vibrações na direção e garantindo que o dano dos pneus seja regular.
No momento em que seu automóvel alcançar 80 mil km, chegou o momento de substituir o pneu.

Como fazer

Há no mercado uma grande variedade de máquinas de balanceamento de rodas, sendo as fixas e as móveis (lugares), apelidadas de “patinete”. Balanceadoras fixas atuam com sensores que medem as vibrações provenientes do desbalanceamento estático e dinâmico, mostrando onde colocar os pesos de chumbo nos planos externo e interno das rodas. Estes pesos são presas por grampo nas bordas dos aros ou podem ser do tipo autoadesivo.
O procedimento depende de diversas variáveis, as principais sendo:
– Nivelamento da máquina, que tem necessidade de ser efetuado com nivelador planar;
– Fixação da máquina ao solo, que necessita ser a mais positiva possível, com chumbadores, por exemplo;
– Esquentar bem a máquina antes de iniciar qualquer balanceamento é essencial para que os circuitos eletrônicos e sensores operem equilibrados em tensão e corrente, mantendo a precisão e a repetibilidade dos resultados ( o aconselhado é a balanceadora nunca ser desligada);
– Como a poeira é inimiga dos sensores e circuitos eletrônicos, deixar a máquina coberta na ocasião em que não estiver em uso;
– As rodas precisam estar limpas, sem barro aglomerado e sem pedrinhas fixada nos sulcos dos pneus;
– Os pneus necessitarão ser calibrados anteriormente, porque sua maior ou menor solidez influencia nos resultados;
– As rodas têm que ser inspecionadas quanto a deformações causadas por batidas, buracos etc. ou empeno;
– A balanceadora tem que ser aferida periodicamente conforme as sugestões do fabricante do dispositivo.
Não faz muito tempo, os pneus traziam uma pinta vermelha que mostrava o seu local mais leve, em que sua montagem na roda teria que ser de tal forma que a pinta se achasse alinhada com a válvula de enchimento do pneu, para pleitear o menos de peso possível.
Atualmente, muitos pneus já não trazem esta pinta com a proposição que elas já não são mais necessárias, visto que a fabricação dos pneus está bem mais necessita. Um exemplo disso são os pneus Michelin.
As balanceadoras mais antigas, dos anos 1950/60, eram isentas de sensores ou qualquer eletrônica, sendo o desbalanceamento dinâmico “sentido” por molas calibradas. Nessas máquinas primeiro era produzido o balanceamento estático, roda agregada ao cubo da máquina, sem nenhum acionamento, inserindo-se o peso por tentativa e erro até a roda parar em qualquer posição.
Depois era desenvolvido o dinâmico, em que a roda era girada em alta rotação, cerca de 1. 000 RPM, por um rolo de contato acionado por motor elétrico, e, após isso, deixada retardar livremente, no momento em que o desbalanceamento era aparente e lido num gráfico “desenhado” de forma mecânica num disco untado com pasta branca e um ponteiro, aparente para o operador, que assistia a oscilação da roda. O gráfico mostrava o peso a ser colocado e sua posição na borda externa da roda. O balanceamento resultante era perfeito, contudo era trabalhoso.
Hoje, com as máquinas eletrônicas, é bem mais fácil e além disso veloz, basta um único acionamento da roda, que não necessita de rotação elevada, para a balanceadora acusar os dois desbalanceamentos (estático e dinâmico), em qual lugar a aplicar os respectivos pesos – interno, estático e externo, dinâmico – e da quantidade de gramas cada um. Essa operação não chega a um minuto por roda sempre que feita por operador experiente.

Cambagem

Resultado de imagem para camberVocê já foi aconselhado a realizar a cambagem das rodas? Primeiro, é necessário compreender que o camber é um ângulo que as rodas possuem em relação ao eixo perpendicular ao solo, e cambagem é como se chamou o procedimento para reparar este ângulo.
De maneira popular, somos capazes de falar que “camber negativo” é toda vez que o veículo encontra-se com as rodas curvadas para fora da lataria. Quando estão curvadas para dentro, ele se encontra com “camber positivo”.
Cada veículo conta com um ângulo ideal de camber e uma tolerância. Qualquer ângulo que esteja no interior dessa faixa mantém as excelentes condições de condução e estabilidade do automóvel.
O caso é que 98% dos carros não têm sistema de ajustagem do camber, nenhum parafuso para realizar qualquer tipo de conserto no ângulo. Para adquirir o ângulo de camber alterado, é necessário de um impacto muito grande perpendicular com a roda, como uma colisão lateral, ou forçar a roda na guia ou passar em uma cratera no asfalto, daquelas que parecem acabar com a suspensão.
Você deve estar se perguntando: se não existe ajuste, o que os técnicos fazem no momento em que eles oferecem o tal serviço de cambagem?
De maneira imprópria, eles utilizam um cilindro hidráulico e, literalmente, endireitam o conjunto da torre, para trazer a posição das rodas no ângulo convencionado para aquele modelo.
Mas, o método mais certo iria ser identificar a peça que está fora de padrão (retorcida) e trocar essa peça. Pode ser amortecedor, mola, manga de eixo ou qualquer outra peça da suspensão que tenha sido afetada. A cambagem não existe, não está evidente em nenhum manual de montadora. Não se “endireita” nenhuma peça da suspensão.
Se fizer isso, você trará a peça outra vez às medidas do fabricante, no entanto ela perderá a elasticidade encarregada por absorver as agitações e demandas do asfalto. O pior é que, com o transcorrer do tempo, ela vai tender a perder o ângulo de novo.
Caso um estabelecimento de pneus tenha proposto cambagem das rodas do seu automóvel e você ficou em incerteza da real essencialidade, leve o automóvel ao seu mecânico de confiança e requeira uma revisão da suspensão. Se existir inevitabilidade, ele substituirá as peças avariadas e você vai estar documentado em relação à geometria da suspensão. Feito isso, estará preparado para substituir os pneus sem surpresas e sem cambagem.

Cambagem negativa

O camber negativo está se tornando cada vez mais popular por causa do seu apelo visual. As reais vantagens para o camber negativo são vistas nas propriedades de manobra. Um motorista agressivo vai aproveitar dos proveitos de uma maior ligação com o chão em curvas pesadas com curvatura negativa.

Você tinha noção que o amortecedor tem uma utilidade essencial para o funcionamento adequado do seu automóvel? Sem ele, os abalos produzidos pelo pavimento desnivelado, buracos, quebra-molas, e outros seriam capazes de fazer com que o seu veículo sofresse graves prejuízos e o custo com manutenção viria a ser bastante alto.
De sorte, o amortecedor ajuda ( e bastante !) em um passeio brando, com diminuição de choques recebidos em seu automóvel e conforto na hora de conduzir. Entretanto você sabia que, na parte interna dele, existem inúmeras peças e que eles conseguem realizar diversas tarefas?
Não? Então preste bastante atenção no texto em seguida e elimine suas dúvidas!

Amortecedor – Compreenda o que é!

Por definição, somos capazes de definir o amortecedor como uma parte do automóvel a qual é designada ao controle das vibrações da mola e, ainda, visa conservar a roda em contato incessante com o solo.

Atribuições do amortecedor

O amortecedor tem 3 funções básicas distintas:

    • Preservar o contato dos pneus com o asfalto.
    • Regular os movimentos de abertura e fechamento das molas.
    • Proporcionar conforto, firmeza e proteção ao automóvel.

Benefícios de se usar um amortecedor

As funções básicas dos amortecedores contribuem bastante a fim de melhorar a dirigibilidade do automóvel, proporcionando:

    • Domínio do movimento da suspensão.
    • Diminuição da distância de frenagem.
    • Redução do dano dos pneus.
    • Diminuição do dano dos componentes da suspensão.
    • Preservação dos pneus em constante contato com o solo.
    • Domínio da locomoção das molas.
    • Sustentação do alinhamento das rodas.
    • Controle da locomoção do automóvel: rolagem, balanço, mergulho e subida na aceleração.
    • Diminuição da fadiga do condutor.

Examinando o funcionamento do veículo, podemos afirmar veementemente que os
amortecedores são componentes primordiais para os carros.

Movimentos de funcionamento dos amortecedores

Movimentos de extensão : na ocasião em que o amortecedor é distendido, o óleo da câmara de tração é pressionado para baixo mediante os furos existentes no pistão depois da abertura das válvulas de controle de tração e passa para a câmara de pressão.
Concomitantemente, a haste sendo removida para fora do tubo, cria um lugar que deve ser preenchido pelo óleo presente na câmara reservatória. Esse óleo é concebido mediante a válvula de admissão para dentro do tubo de compressão.
A extensão de intensidade é definida pela regulagem da válvula de tração:

  1. Os movimentos vagarosos são contidos pela passagem de óleo por ranhuras feitos na sede da válvula, no pistão.
  2. A resistência com relação aos movimentos mais ligeiros ou de velocidades médias é controlada pela pressão e grau de deflexão das molas da válvula de tração.
  3. O controle para os movimentos amplos é adquirido pela restrição da transferência de óleo no pistão.

Movimentos de compressão : quando o amortecedor é apertado o óleo da câmara de compressão deve ser forçado para a câmara de tração por outra série de partes depois de liberar a válvula do pistão.

Saiba quais são os principais itens dos amortecedores

    • Tubo reservatório;
    • Tubo de compressão;
    • Fixações e suportes: olhal, suporte de mola, suporte para firmar diretamente à bandeja da suspensão, suporte para alicerçar tubulações de freio, entre outros;
    • Haste;
    • Pistão;
    • Válvula do pistão;
    • Válvula da base.

Coxim dos amortecedores- Entenda o que é e sua função

coxin-de-amortecedor Antes de tudo, é preciso saber que o amortecedor sozinho não basta. Há outras partes tão fundamentais quanto, que auxiliam o amortecedor a operar da melhor forma possível. Entre elas podemos salientar o “coxim”. Porém, você saberia dizer o que é um “coxim”?

Coxim – Compreenda sua definição

Em primeiro lugar, é imprescindível compreender o que é a peça metálica revestida de borracha que serve para amparar o amortecedor no monobloco. Ou melhor, esta peça obtem todo o choque do conjunto de suspensão, além de fazer o deslocamento rotacional causado pelo giro do volante.
É nela que o amortecedor se apoia e se fixa no veículo. Por conseguinte, o coxim do amortecedor é responsável pela ingestão residual dos choques da suspensão. Sem contar que também sofre uma força rotacional gerada pela movimentação do volante e da transposição do peso do carro em curvas, freadas e aceleração.

Por vez, economizar não é o ideal!

Muitos condutores, para economizarem dinheiro na preservação, preferem peças de marcas não conhecidas, pois são mais baratas. Só que essa peça tem necessidade de ser constituída de excelente material, particularmente por possuir rolamento. Se for de péssima qualidade terá durabilidade muito curta.
O condutor em geral seleciona um amortecedor de ótima qualidade, mas costumeiramente compra um coxim de segunda classe. O problema é que, como o coxim sofre forças de compressão e rolamento, essa peça é bastante requerida pelo carro.
Logo, uma peça de má qualidade mostra uma validade bastante estreita e prejudica o rendimento dos amortecedores, ainda que estes tenham ótima qualidade.
É uma enorme dissipadora de energia, e na ocasião em que desgastada, vai aumentar bastante os ruídos no veículo, particularmente no interior da cabine. Ela é encarregada, entre outras peças, pelo alinhamento da direção e da estabilidade.
Se o coxim encontrar-se danificado, a direção será muito afetada, aumentado o desgaste dos pneus e de combustível, inclusive. Com isso, seu amortecedor não funcionará adequadamente.

Força e resistência – Aspectos do coxim

A peça deve exibir certa consistência na sua composição, dado que necessita atender as propriedades referidas acima. Desconfie de peças com aparência de fragilidade. Isso fará a diferença na hora de ter um controle padrão na preservação do seu veículo.

Prejuízos ocasionados por um coxim de péssima qualidade

O coxim do amortecedor é um grande dissipador de energia e é encarregado também pela estabilidade e alinhamento da condução.
Um coxim desgastado pode:

    • Afetar a estabilidade do automóvel
    • Diminuir o aconchego e gerar barulhos na cabine
    • Alterar a cambiagem e aumentar o dano dos pneus
    • Elevar o consumo de combustível em razão do esforço exagerado do motor ocasionado pelo item precedente.

Então, a dica essencial é: ” Escolha em todo o caso um coxim de ótima qualidade e tenha-o como uma peça imprescindível do conjunto de amortecimento do seu automóvel. Invista em proteção, estabilidade e qualidade. ”

Amortecedores recondicionados – Entenda sobre

amortecedores-recondicionados Antes de adentrar na questão dos amortecedores recondicionados, é necessário saber primeiro quais as funções básicas de um amortecedor:
Muito mais do que conceder aconchego ao condutor, o amortecedor precisa manter o contato dos pneus com o chão. O amortecedor também deve distribuir as cargas dinâmicas em qualquer situação de rodagem, seja em retas, curvas, asfaltos desnivelados, entre outros.

Em que ocasião se deve substituir os amortecedores?

Um kit de amortecedores pode durar 80.000 quilômetros ou pode apresentar complicações já com trinta mil quilômetros. Os fabricantes indicam a troca entre 40.000 e 50.000 quilômetros. Essa é apenas uma referência, dado que a longevidade varia segundo muitos fatores, entre eles: peso do veículo e tipo de pavimento.
Ocasionalmente o amortecedor perde a eficiência e você nem nota, então uma revisão a cada 10 mil quilômetros é sugerida. Amortecedores “vencidos” consomem os pneus prematuramente, danificam as demais peças da suspensão, como coxins do motor e buchas de bandeja. O mais agravante é a estabilidade, que vai embora. E junto dela, inclusive vai embora a segurança dos ocupantes.

Cuidados a serem tomados

É preciso possuir noção da magnitude dos amortecedores na estabilidade do carro. Lembrando a incumbência que o motorista arca na ocasião em que ele coloca uma peça de proveniência incerta no seu veículo.
Estamos dizendo de veículos que pesam pelo menos uma tonelada e se deslocam a 120 km/h. Com esse peso e esta velocidade, um possível travamento do amortecedor irá poder conduzí-lo a uma circunstância detestável.
Preste atenção, não estamos dizendo de retrovisores, faróis, travas elétricas! Este assunto trata-se de uma peça que opera mais de 1 milhão de vezes a cada 1.000 quilômetros rodados. Portanto, não existe a probabilidade de um recondicionamento mediano. Ou ele é bastante bem feito ou não insira a peça.
Se não souber avaliar o que está comprando, solicite o auxílio para alguém ou faça a escolha por peças originais.

Afinal, vale a pena ou não comprar amortecedores recondicionados?

Não estamos falando que você não deve comprar um amortecedor recondicionado. Caso você possua aquele veículo importado, cujo jogo de amortecedores vale mais que o próprio carro, você não vai ter opção.
Além disto, eu seria injusto com inúmeros profissionais sérios e sensatos que efetuam ótimos recondicionamentos. Caso seja utilizado um material correto e o profissional conta com noção da peça, então vale bastante a pena obtê-lo.
A questão é que são poucas as firmas gabaritadas para executar este reparo numa peça de tamanha relevância.
É necessário saber que uma peça recondicionada, que irá trabalhar 1 milhão de vezes em apenas 1.000 km, não pode ser analisada como ótima ou péssima abaixando e soltando o carro logo após a implantação. Por essa razão, cuidado com o que lhe é ofertado.
Não se deixe levar por experiências isoladas. O caso de você ter se dado bem com algum amortecedor não quer dizer que fornecerá certo ou errado, constantemente. Nisto, quem manda são os dados estatísticos, e lamentavelmente o mercado nunca olha com ótimos olhos para esse tipo de peça recondicionada, principalmente porque a longevidade geralmente é inferior em relação às peças originais.

Dicas no que se refere aos amortecedores recondicionados

Caso seja preciso o recondicionamento da haste, ele deve ser efetuado em retíficas. Nada de tornos. O propósito é deixa-lá na dimensão correta, com bastante precisão e ótimo acabamento superficial. Contendo uma camada de cromo com o intuito de endurecer a superfície, otimizando a durabilidade.
O óleo que é usado necessita ser impreterivelmente óleo hidráulico, uma vez que não pode sofrer grande alteração de viscosidade no momento em que esquentado. Isto implicará em mudança do comportamento do amortecedor, e da suspensão. Em hipótese alguma pode ser usado óleo de motor.
Anéis e vedadores utilizados no recondicionamento precisam ser fabricados com materiais apropriados, que oferecerão resistência à ação química do óleo.
Determinados reparadores simplesmente modificam o óleo e pintam a carcaça exterior. Será esse um serviço de qualidade? Jamais. Se conhecer algum mecânico que faça esse serviço, busque outro mais qualificado!
Em geral, os mecânicos sabem muito bem quais são as peças de qualidade, até porque eles não vão ser ressarcidos pela mão de obra extra ou por qualquer outro estrago provocado em outra peça da suspensão caso tenham que alterá-las pela garantia.
Esses mesmos cuidados se aplicam a outras peças de grande responsabilidade. Elas são passíveis de recondicionamento bem como caixas de direção, pinças de freio, pivôs, terminais, em síntese, todas as peças que de alguma forma possam pôr você e seus ocupantes do veículo em risco.

Kit de amortecedores – Conheça sobre

Resultado de imagem para shock absorber kitUm conjunto de suspensão de um automóvel serve para múltiplas finalidades. A grande parte vinculada ao oferecimento de aderência entre pneus e rodovias, assegurando a segurança e comodidade dos ocupantes do carro.
O conjunto de suspensão e amortecimento de um automóvel é utilizado para amenizar os passeios de um veículo. Com esse conjunto, ainda que seja em terrenos acidentados, ele irá minimizar os efeitos de choques e solavancos sobre o automóvel. É inclusive usado para melhorar a condução e frenagem do automóvel.

Atenção com o kit de amortecedores

Um kit de amortecedor somente terá itens dos amortecedores (molas, pistões, coxins). Um kit de suspensão inclui inclusive braços oscilantes, articulações, rolamentos, entre outras peças.
Quando for alterar o kit de amortecedor, examine todo o sistema de suspensão visto que, em geral, mais partes além do amortecedor precisarão de substituição.

Kit de amortecedores – Quais são os componentes?

O kit de amortecedor do veículo, no momento em que necessita de manutenção, inclui a substituição de muitos itens ao mesmo tempo. Assim, são vendidos kits de suspensão e amortecimento, para ofertar ao proprietário do automóvel uma alternativa completa à conservação do veículo.
Em alguns eventos, vale a pena obter as peças separadamente, para conseguir cada peça de uma marca. A marca depende do Kit e do seu automóvel, porque uma marca opera num veículo e não em outro. Exemplo: a marca faz uma mola de excelente qualidade, contudo o amortecedor quebra com facilidade.
Eis os componentes essenciais de um kit de amortecedor:

    • Coifa protetora – Geralmente feita de borracha ou outro material flexível, instalada sobre a haste metálica da suspensão a fim de resguardar contra poeira, vazamentos, e impactos de detritos.
    • Batente do amortecedor – Atua na forma de auxílio para a redução de impactos. É onde a mola do amortecedor se adequa, ou melhor, onde ela finaliza seu curso. Reduz a batida da mola, dando a ela maior durabilidade.
    • Coxim do amortecedor – É, primordialmente, um elemento de junção do amortecedor à carroceria do automóvel. Só que ele é produzido, no geral, de um material macio, ajudando a sugar a energia de impacto que não foi dissipada pelos outros componentes do conjunto de suspensão, prevenindo prejuízos à lataria do carro.
    • Amortecedor – Constituído pela mola e uma haste, geralmente preenchida por fluido hidráulico em alta pressão. São os dois principais itens de um sistema de suspensão e de um kit de amortecedor.

Como saber qual peça substituir?

Ao realizar a substituição dos amortecedores, você deve substituí-los em pares, ou seja, ambos amortecedores dianteiros, e os dois amortecedores traseiros. Durante a troca, o mecânico incumbido terá que checar todo o conjunto de suspensão.
O sistema de suspensão compõe-se de braços oscilantes, homocinéticas, juntas, hastes de metal, e eixo da suspensão. A mão de obra para a troca do kit de amortecedor tem a necessidade de ser aproveitada para executar a substituição de toda parte danificada do sistema de suspensão.

Suspensão para motos – Conheça a respeito

Resultado de imagem para motorcycle suspensionAlterações em motos podem ser efetuadas para adequá-las às preferências típicas de cada um. Na maioria das vezes, tais modificações visam pontos estéticos, principalmente no caso das motos médias ou grandes. São as denominadas “customizações”.
Já nas motos menores, nem sempre modificações têm como finalidade esse conceito bacana, mas sim a busca pela adequação ao uso prático. Isto acontece, em geral, nas motos usadas no trabalho, onde é comum ver guidões mais estreitos que os originais.
Resumidamente, mudanças não são um delito contanto que não modifiquem exageradamente a condução de cada moto. Porém, como às vezes os critérios de cada um são isso mesmo, o apropriado mesmo é não modificar o que veio de indústria e foi exaustivamente estudado por gente do ramo. Enfim, mexa à vontade na parte estética, mas não altere excessivamente a posição de pilotagem.

Troca da suspensão da motocicleta

O que poucos fazem é utilizar um recurso demasiadamente útil presente em praticamente todas as motos: regular a suspensão de acordo com o uso, peso do condutor ou condição de carga.
É raríssimo hoje em dia achar uma moto ou scooter que não oferte ao menos a chance de modificar a carga da mola dos amortecedores traseiros, operação simples e que em certos casos requer o emprego de uma chave específica sempre corrente no jogo de ferramentas.
Essa chance é sem dúvida uma ampla vantagem das motos em relação aos automóveis, visto que a oportunidade de intervenção no comportamento da suspensão de automóveis apenas é possível em modelos caros, tanto nos luxuosos como nos esportivos.

Qual a razão de habitual as suspensões

Do lado do funcionamento, modificar a ajustagem da mola em uma moto pequena indica ajustá-la a situações de carga diferenciadas sem que seu desempenho dinâmico sofra exageradamente. Motocicletas são principalmente sensíveis à carga, seja sob a condição de pacotes ou passageiro.
Fundamentalmente, é deste modo: uma pequena 125 ou 150 cc pesa algo por volta dos 110 kg em ordem de marcha. Sua suspensão traseira sai de fábrica com um acerto que pressupõe o uso por um cidadão padrão, o chamado “homem médio” que, de acordo com pesquisas entre usuários, é um cara entre 70-75 quilos de peso.
E com a finalidade de evitar que a condução seja destruída por uma suspensão arriada até as motos mais simples fornecem a oportunidade de trocar a pressão da mola nos amortecedores algo que, como demonstra nossa experiência, é um método pouco utilizado pela grande parcela dos motociclistas.

Suspensão – Oferece comodidade e proteção

Suspensão – seja de moto, carro, ônibus ou caminhão – não objetiva só proporcionar conforto. É, a princípio, essencial item de proteção. Ao lado dos pneus certos é responsável pela estabilidade e equilíbrio de nossas motos em momentos radicalmente desiguais.
A suspensão frontal é parte essencial da segurança, visto que encarrega-se de reduzir a potência que levaria a roda ao travamento. Em curvas, as suspensões absorvem a alteração de carga provocada pela força centrífuga que nos leva para fora do trajeto. Sem suspensões, acreditem, a briga estaria quase perdida.
Nesse penoso quadro, tragar as falhas é somente mais uma tarefa: engolir a buraqueira nos dá conforto nos pés, mãos e quadris, mas também representa assimilar grande parte de fenômenos físicos que, sem amortecimento, ocasionariam oscilações e/ou oscilações capazes de nos derrubar.

Você conhece os muitos tipos de amortecedores no mercado?

Amortecedores hidráulicos

É um amortecedor provido com óleo e ar e que conta com dois tubos diferenciados (reservatório e pressão) e por esse motivo é denominado “bitudo”. Tem construção simplificada de alta tecnologia dando ao automóvel a estabilidade necessária e um nível altíssimo de conforto. É produzido para todos os modelos de veículos, dos menores aos mais pesados.

Amortecedores pressurizados

São amortecedores iguais aos hidráulicos, porém com algumas divergências importantes:

    • O ar é alterado internamente pelo gás nitrogênio (gás inativo) a baixa compressão, injetado no momento da fabricação do amortecedor ;
    • O selo de vedação ou retentor é específico para esse tipo de amortecedor. Conta com um lábio com o objetivo de prevenir a admissão de pó ou imundície e dois lábios que impedem o vazamento do óleo. A base do selo é flexível, funcionando como uma válvula de regressão do gás, conservando a compressão de gás só no tubo reservatório.

Os amortecedores pressurizados suscitam rodagem aconchegante e elevado índice de controle e estabilidade.

Benefícios do amortecedor pressurizado

  1. A presença do gás nitrogênio corta a criação de bolhas de ar no óleo – as bolhas são formadas no momento em que os amortecedores alcançam temperaturas muito quentes ou quando existe movimentação intensa da suspensão. Esse processo de criação de bolhas de ar no óleo do amortecedor é intitulado aeração ou cavitação. Durante sua incidência há uma leve redução momentânea de carga do amortecedor.
  2. A pressão do gás nitrogênio no tubo reservatório aperta o óleo para o tubo de compressão, preservando-o constantemente cheio, livre da existência de bolsas de ar. Isto auxilia na preparação do amortecedor anterior à sua instalação.
  3. O gás nitrogênio gera uma ação mais veloz no desempenho do amortecedor. Ao longo da movimentação de abertura e fechamento do amortecedor a pressão do gás nitrogênio pressionará frequentemente o óleo a completar os espaços livres derivados do movimento do pistão, ocasionando uma reação quase breve aos amortecedores. Como consequência, o rendimento do amortecedor é mais frequente e aperfeiçoa bem mais o contato dos pneus com o asfalto, trazendo melhor condução e segurança.

Você condutor, que encara o tráfego diário de grandes cidades, tem que fazer muitos e muitos controles de embreagem todos os dias, não é mesmo? No entanto você já parou para entender como ela funciona? Conheça mais a respeito desse fundamental componente do automóvel, agora!
A embraiagem (português da europa) ou embreagem ( português do Brasil ) é o dispositivo usado em muitos veículos, para transmitir a rotação do volante do motor para as engrenagens da caixa de velocidades que, por sua vez, irá desmultiplicar esta rotação ( conforme a engrenagem – ou modificação – selecionada ) e delocá–la para o diferencial por meio do eixo.
A transmissão entre o volante, fixo por meio de parafusos na cambota, e a caixa de velocidades dá-se mediante a pressão do disco, um disco delgado de aço de elevada dureza cujas faces acham-se cobertas com um material de fricção, contra o volante do motor.
No momento em que o disco encontra-se fixado contra o volante, a força de aperto deverá ser bastante grande a fim de não permitir deslizamentos entre as duas superfícies – patinagem.
O disco, em sua posição natural, é premido contra o volante mediante o prato de pressão. Com a compressão do pedal, as molas (ou outro dispositivo de pressão, tal como a embreagem de diafragma) aliviam a pressão do prato, anulando o contato do disco com o volante e, consequentemente, findando a difusão de força motriz para a caixa de velocidades.
É de salientar que, nesse momento, ocorre uma gradual perda de sincronização entre a rotação da cambota e o veio primário da caixa de velocidades.
Em algumas situações, os condutores decidem por mandar reforçar ela de forma a suportar binários maiores e deste jeito aumentar a sua duração. Esse reforço poderá ser em cerâmica ou kevlar e é bastante utilizado em carros modificados (tuning).
Normalmente este dispositivo é alterado entre os 120. 000km e 180. 000km, no entanto consoante o estilo de condução irá poder avariar-se ao fim de simplesmente quarenta mil quilômetros. Em algumas ocasiões, também é necessário modificar o volante motor.
E o que é o controle de embreagem, afinal de contas?
O controle de embreagem é o ato de frear ou acelerar o automóvel se utilizando somente da embraiagem.
Em território brasileiro, é uma das ações mostradas nas autoescolas para a avaliação do exame da CNH.
E como funciona?
Também chamado de ponto da embreagem, essa manobra é realizada utilizando o pedal.
Em síntese, no momento em que acionamos o pedal estamos separando o disco dela do disco do motor. No momento em que soltamos o pedal estamos fixando outra vez os dois discos. Por causa disso que para passar as marchas temos que pisar no pedal antes, justamente para fazer esse desligamento.
Logo, todas as vezes nas quais iremos arrancar o automóvel não devemos soltar o pedal de repente. Caso façamos isso a união entre ambos discos vai ser muito forte e o carro vai estancar (morrer, etc). Neste momento, é preciso efetuar o ponto da embreagem.
Funciona da seguinte maneira:

  • Com o carro imóvel, você tem que estar com o pé no freio e na embreagem.
  • Bote a primeira marcha.
  • Neste momento, comece a soltar o pedal da embreagem aos poucos, devagar, lentamente, até começar a sentir uma trepidação no automóvel.
  • No momento em que isto acontecer, pare de soltar o pedal.
  • Feito isso, retire o pé do freio e coloque brandamente no acelerador.
  • Após dar uma pequena e leve acelerada, libere o resto da embreagem gradualmente e lentamente até o final a fim de que o veículo comece a se movimentar.
  • Consoante a condição, o carro já começa a andar sem você acelerar, nesse caso é só soltar moderadamente o resto da embreagem e começar a acelerar relativamente.

Compreenda o que é real e o que é mito no acionamento do pedal esquerdo!
Por qual razão o pedal começa a ficar duro em carros com dezenas de milhares de km rodados?
Isto ocorre em função do desgaste do agrupamento. No momento em que ocorre, a mola do disco já é capaz de ter perdido de vinte a trinta por cento de sua maleabilidade. A mola do platô desgasta-se com o uso, afetando todo o equipamento. Nestas condições, não existe outra alternativa: é necessário substituir o conjunto.
É verdade que não se deve acioná-la ao dar a partida?
Em termos Não existe um consenso a esse assunto. Há quem declare que essa prática não traz benefício mecânico algum. E existe quem fale que, ao acioná-la, diminui-se o peso no volante do motor, o que é sempre utilizável, especialmente quando a bateria está fraca para dar a partida.
É mais adequado dar a partida com a marcha engrenada (pisando na embreagem)?
Identicamente não existe entendimento. Possuímos no mercado, inclusive, padrões manuais que somente dão a partida com ela acionada. Há quem ache que, desta maneira, o óleo subiria mais rápido a fim de lubrificar o câmbio. Porém, ao ligar o automóvel, os pistões se movem, lubrificando as paredes do cilindro. A movimentação do óleo lubrifica o câmbio quando ele é movimentado.
Ao pressionar o pedal apressadamente e soltar (com a marcha engrenada), o automóvel ganha velocidade?
Mentira. O que acontece é um tranco provocado pela retomada da aceleração do motor. Ao acioná-la, ocorre o desvinculamento rápido do motor com o câmbio e, por conseguinte, com as rodas. Isso aumenta o desgaste do todo.
Posso sair da inércia com a segunda marcha engrenada?
Isso não é indicado. Andar com o veículo em marcha mais alta que o aconselhado pode prejudicar o motor e a caixa de modificações. Nesse caso, o motor demanda uma marcha mais baixa para adequar a potência à velocidade do automóvel. A potência mal gerenciada faz com que a transmissão funcione aos trancos, causando desgastes.
Quais as consequências de se arranhar a marcha ao longo das trocas?
O engate involuntário durante a troca de marchas é capaz de romper ou arrancar “lascas” dos dentes das engrenagens do câmbio. Essas “lascas” ficam no óleo de lubrificação do câmbio. Como o bujão do óleo é magnético, ele puxa esta limalha.

Como é constituído o Kit de Embreagem?

kit-de-embreagem Não basta buscar preços do kit de embreagem na internet, ou de qualquer outra maneira, sem antes saber o que que contém nele!
Em post, nós iremos explicar melhor como é constituído o kit para auxiliar melhor você a escolher criteriosamente.
A primeira coisa que você deve recordar no momento em que estiver buscando um kit de embreagem é que ela não limita-se meramente ao pedal.
É um componente interno, que encontra-se entre o motor e a transmissão. Este componente não apenas possibilita a transmissão suave de potência para as rodas, mas também permite ao motorista desunir o motor e a transmissão, para a mudança de marcha.
Para esse item, há três peças envolvidas: placa de pressão, disco e volante.
No momento em que o veículo está em deslocamento, molas ou um sistema hidráulico conserva a placa de compressão justa contra o disco, comprimindo o disco no volante, permitindo-lhe assim transmitir força para as rodas.
Na ocasião em que pressionar o pedal, você solta a pressão na placa de pressão, diminuindo o aperto do disco no volante.
Enquanto a pressão fica menor, o disco começa a desengatar devagar, reduzindo a escala de potência conduzida para zero.
No momento em que você solta o pedal, o prato de pressão pressiona o disco de volta para o volante, refazendo a união, e voltando a transmitir a força do motor para as rodas.

O que contém nele?

Qualquer condutor sabe da importância desse item, é um composto simples, contudo de muita relevância, fazendo a união entre o motor e a transmissão. É a ponte entre o motor e as rodas.
Tanto quanto qualquer parte móvel, particularmente uma que conduz uma porção enorme de pressão, esse produto está susceptível de se consumir e requer ser alterado depois de um certo período de utilização.
Uma das melhores formas de lidar com embreagens gastas ou velhas é obter um kit e substituir as peças estragadas, estendendo a vida útil completa do veículo e evitando que outras partes sejam acometidas pelo dano à este elemento.
Um kit é um agrupamento das partes da embreagem que, na grande parte das vezes, carecem de reparação ou de alteração simultaneamente.
A grande parte inclui um mínimo de, no mínimo, um disco, uma placa de pressão/platô, e um rolamento especial. Como o disco em si depende de atrito para efetuar a conexão entre o motor e a transmissão, ele ocasionalmente se desgasta, mesmo com o uso padrão.
Discos são justamente como freios, o que sugere a essencialidade de troca, independentemente de quão atenciosamente você dirige. Placas de pressão e rolamentos ainda desgastam, apesar de que normalmente eles desgastem mais lentamente do que um disco.
Como todos estes itens são bastante árduos de alcançar, dado que requerem a retirada da transmissão, eles são normalmente substituídos em conjunto, com o kit completo, a fim de economizar em custos de trabalho.
Se não fizer desta forma, você vai ter de pagar uma nova manutenção, caso alguma parte desgaste depois da primeira troca.

Quando efetuar a alteração?

É fácil o bastante falar que você carece de um kit no momento em que sua embreagem está “patinando” (complicação para mudar de marcha), como também é uma das piores maneiras de relatar isso.
Quando ela falhar totalmente, o estrago se expande apressadamente para outras partes do motor ou transmissão. Algumas situações atestam a inevitabilidade de troca, como por exemplo:

  • Ao recuperar ou arrumar um veículo velho ( dez anos ou mais) – Um dos tópicos mais primordiais de uma restauração integral é fazer com que cada parte do veículo trabalhe perfeitamente, bem como quando saiu da fábrica.
  • Na ocasião em que ela começa a “patinar” – O condutor sente uma redução de potência, ainda que o motor não diminua as rotações, e a velocidade do motor pode até aumentar.
  • Odor de queimado – Já subiu um morro e constatou um aroma de queimado intenso no momento em que um automóvel estava tentando trocar as marchas? O que ocorre é que, como a embreagem superaquece, ela é capaz de tornar-se quente o suficiente para o revestimento dela começar a carbonizar. Isso produz um odor inconfundível e é mais um indício de que você necessita substituir o dispositivo o mais rápido que conseguir.
  • Barulho e instabilidade durante a condução – Selos podem vazar e causar a contaminação do óleo em cima dos revestimentos do conjunto. No momento em que isso ocorre, ele é capaz de evitar que o disco se adapte suavemente com o volante, com efeitos previsíveis. Ela é capaz de derrapar, ou “travar” na transmissão subitamente, levando a variabilidade na direção.

Retornemos para os tipos de kit

Existem permanentemente três alternativas de kit: original, genuíno, e paralelo. Você pode encontrar todos os kits completos ou apenas com algumas peças. Entretanto, como sugerimos, não realize a troca das peças em particular. Você vai, na realidade, dobrar seus custos se fizer isto.
Kit original – É o kit feito pela mesma companhia que fornece as peças para a montadora do automóvel. Este kit é comercializado, geralmente, em lojas que não são concessionárias. Em geral, é o kit com a mais apropriada associação entre custo/benefício.
Kit genuíno – É o kit fornecido pelas montadoras para as concessionárias. É o mesmo kit original, mas, geralmente, mais caro.
Kit paralelo – É o kit fabricado por uma empresa que não oferece peças à montadora. A qualidade de um kit paralelo difere muito de marca para marca, e de veículo para veículo. De modo geral, as peças paralelas são mais baratas. Entretanto se você não pesquisa a qualidade do kit paralelo em clubes de veículos, fóruns, e com excelentes mecânicos, você é capaz de acabar com um kit de qualidade ruim, e ter que refazer a troca.
Exemplo de pesquisa: O kit para a Titan cento e cinquenta é bem oneroso nas concessionárias Honda. Analisando online, encontrei kit original ainda mais acessível, e um kit paralelo pela metade do preço do original. Já um kit para um veículo que não possui mais peças produzidas, como o kit para o Honda Civic 2000, o original pode chegar até o triplo do preço de um paralelo.

5 sugestões para consumir menos as embreagens

1 – Nunca descanse o pé no pedal. Essa ação afasta o platô do disco e causa o lixamento do disco. Ao produzir este desgaste, o condutor gera o superaquecimento do dispositivo.
2 – No momento em que, numa subida, como por exemplo, utilize o freio de mão para auxiliar no arranque do veículo. “Segurar” o veículo na embreagem inclusive afeta o disco.
3 – Ao reduzir ou aumentar a velocidade, mude de marcha paulatinamente, a todo o momento em ordem e conforme as rotações do motor. Isto vai fazer com que as peças funcionem de forma suave.
4 – No momento em que o carro estiver parado no trânsito intenso, especialmente em engarrafamentos, o veículo pode ficar em ponto morto, com o motorista com o pé no freio ou com o freio de mão puxado para o automóvel não locomover-se, claro. Ficar com o automóvel em atividade imóvel com o pé no pedal força o sistema desnecessariamente.
5 – É imprescindível harmonizar a sintonia entre soltar o pedal e acelerar o veículo para arrancar. Se você acelera demais e soltá-la pouco, ocorre a famosa “queimada da embreagem”, fazendo com que o carro não desenvolva e aumente o gasto de combustível.

Atuador da embreagem

Convencional a cabo

atuador-de-embreagem-a-cabo Nesse tipo de conjunto o acionamento é feito por um cabo unido ao pedal e ao garfo que impulsiona o rolamento. Quando pressionado contra o platô, ocorre o afastamento entre o platô e o disco, desengatando o motor da alavanca de câmbio e proporcionando a mudança de marcha.

Hidráulica

atuador-de-embreagem-hidraulica A versão hidráulica usa óleo ( no geral, fluido de freio DOT 4) para acionar o sistema através de cilindros e atuadores. Nela, temos o cilindro mestre, o cilindro escravo e o atuador hidráulico.

  • Cilindro mestre: este cilindro fica localizado junto ao pedal, e é incumbido por emitir ou libertar o fluxo do óleo ao cilindro escravo ou ao atuador. Ao pisar no pedal, o cilindro mestre pressiona o dispositivo e destina o fluído até o cilindro escravo ou atuador, que por seu turno ativa a embreagem. Estas peças fazem parte do denominado sistema de acionamento, que é o agrupamento de peças que acionam do kit (platô + disco).
  • Cilindro escravo: é externo à alavanca de câmbio (caixa de marcha), e ao adquirir o fluido enviado pelo cilindro mentor aciona o conjunto.
  • Atuador hidraulico: seu funcionamento é equivalente ao do cilindro escravo, a diferença que ele fica dentro da alavanca de câmbio, apertando diretamente o platô.

Vantagens e contras da hidráulica

VantagensPrós
Maior durabilidade
Pedal mais macio
Ajustagem automática da altura do pedal
Contras
Manutenção mais onerosa
Requer verificação do fluido
Não admite ajustar altura do pedal

Benefícios e desvantagens da tradicional a cabo

Benefícios
Conservação em conta
Autoriza regulagem da altura do pedal
Contras
Pedal mais carregado
Vida útil do cabo é inferior à do sistema hidráulico
Altura do pedal sem regulagem automática, pode ser desagradável para algumas pessoas
A regulagem da altura do pedal está tanto nos benefícios quanto nas desvantagens, isso pois algumas pessoas contemplarem a ajustagem automática como algo proveitoso, já outras vêem a impossibilidade de ajustar a estatura como uma coisa negativa.

Cabo de embreagem

cabo-de-embreagem O cabo de embreagem é encarregado pelo acionamento do sistema (Platô/ Disco/ Rolamento).
O processo se inicia quando o pedal é acionado, esse movimento é conduzido pelo cabo, ou varão, até o garfo do rolamento, que pressionará a mola membrana, ou alavancas, do platô. Isto vai fazer com que o disco seja liberado e, dessa forma, o torque do motor deixa de ser transmitido ao câmbio.
Nesse período, é gerada uma disparidade de rotação entre o motor do veículo e seu conjunto de transmissão, devido a isso, quando soltamos o pedal, devemos fazê-lo de maneira suave e gradativa, com o intuito de nivelarmos as rotações e impedirmos trancos ou patinação demasiada.
Observação: Não se utiliza cabos em veículos pesados.
O mesmo precisa ser alterado na ocasião em que se rompe, apresenta travamentos ou endurecimento ao ser utilizado.
Sugestão: se você puder trocar o cabo pelo menos 1 vez anualmente, principalmente anterior a uma viagem, valerá a pena, visto que ficar na rodovia em razão de um problema desses acaba sendo perigoso, e o cabo novo não é oneroso, é de simples colocação e você viaja de cabeça tranquila.
O preço pode oscilar entre R$30 a R$70 Reais conforme o modelo.

Platô da embreagem

Platô da embreagem é uma parcela do sistema e é imprescindível para a suavidade da saída da imobilidade do automóvel. O mecanismo possui por essência soltar o motor do câmbio que é vinculado diretamente às rodas do veículo. É ela que propicia o funcionamento do motor com o carro sem qualquer movimento, ou ainda autoriza a mudança de marchas.
A tarefa do Platô é suscitar a conexão do disco com o volante do motor. Na ocasião em que pisamos no pedal do sistema, suavizamos a peça sobre o disco, suscitando o desprendimento entre câmbio e motor. Por consequência, ao soltarmos o pedal, o platô comprime o disco contra o volante do motor, estando o mecanismo fechado e atuante. Recordando que esta descrição vale para os carros com câmbio manual.

Peça pode resistir muito

A embreagem é um conjunto que tem por essência durar demasiados quilômetros no momento em que utilizada de forma correta. O platô é a peça que normalmente é menosprezada, visto que todos dizem para trocar o disco. Apenas que o Kit vem com todas as peças.
Desta forma, a troca é simultânea. No sentido de proteger o sistema e preservar-se de trocas prematuras, visto que um grupo pode durar mais de 60 mil quilômetros, você deve evitar:

  • Descansar os pés sobre o pedal
  • Pisar no pedal em altas velocidades
  • Conduzir com excesso de peso
  • Ficar com os pés no pedal com o carro parado e engrenado

Importante

Descer um câmbio mecânico para a alteração do platô, geralmente, é capaz de ser um trabalho exaustivo, perigoso e arriscado.
Principalmente se não forem tomadas os devidos cuidados e não for efetuada uma verificação criteriosa dos elementos mecânicos deste sistema. Bem como:
– desgaste anormal do disco
– platô e empenamento do volante do motor
Sem a devida atenção que este conjunto requer, a graxa pode ficar entre o disco e o volante, o disco pode ser instalado com a posição invertida, o conjunto é capaz de não ficar alinhado, causando oscilações e em casos excepcionais o platô é capaz de quebrar e tudo isto gera para você muito mais trabalho.

Kit de embreagem Luk

Determinar um excelente kit é bem essencial para que você desembolse dependendo da qualidade, aqui você vai entender melhor a respeito do coeficiente marca e qualidade!

Como saber qual é a mais apropriada marca de Embreagem?

“Qual é a mais apropriada marca de embreagem? “
Esta é uma das perguntas que mais ouvimos no nosso dia-a-dia.
Inicialmente devemos ter em consideração quais são as marcas que produzem as embragens para as montadoras.
E por quê?
Pois isso é o maior indício de que estas marcas de embreagens passaram pelos testes de qualidade dos fabricantes de veículos.
Essas são as marcas ditas de ” primeira linha “.
As mais afamadas são: LUK, SACHS, VALEO e PEÇAS ORIGINAIS (Fiat, Gm, Vw, Ford).
Geralmente são essas marcas de embreagens que estão dentro das embalagens originais.
Contudo será que só uma marca pode ser A MAIS ADEQUADA em todos os projetos que já fabricou? Difícil né?
Devido a isso nós não elegemos UMA marca como sendo a mais adequada, no entanto sim o seu projeto em determinada peça.
Vamos dar um exemplo:
O Kit Gol Ap 1. 8/2. 0. Muitas Marcas fazem este kit para este automóvel: a Sachs, a Luk, a Valeo…
Para a gente valerá quem fabricou o apropriado kit para esse veículo.
E para nós o adequado seria aquele que dura mais e dá menos defeitos, simples assim.
Entretanto, devemos avaliar o preço também e por aí vai.

FECHAMENTO SOBRE A MAIS APROPRIADA MARCA DE EMBREAGEM

Não existe a mais adequada marca apesar disso, sim, AS MELHORES MARCAS. São elas:
LUK – SACHS – VALEO – EMBREAGENS ORIGINAIS GM/FIAT/FORD/VW.
Um kit Luk é capaz de alternar entre R$200 e R$700 Reais segundo o modelo, consequentemente vale dar uma examinada em muitas lojas e ver qual sai mais barato.

Disco de embreagem

disco-de-embreagem O Disco de Embreagem é a união entre o motor e a transmissão do automóvel. Conheça mais com relação a este fundamental componente do sistema:

Finalidade e Funcionamento

Papel – Criar o atrito necessário para conduzir a rotação do motor para o câmbio, possibilitando conexões suaves entre as mudanças de marchas, e filtrando as vibrações torcionais procedentes do motor. O agrupamento possui ainda a incumbência de resguardar o propulsor e o sistema de transmissão contra sobrecargas.
Atividade – O disco é pressionado pelo platô ao volante do motor, transmitindo o torque criado pelo motor à transmissão.
Na ocasião em que acionamos o pedal, este deslocamento é conduzido olhava cabo até o garfo, que pressionando a mola membrana, libera o disco, cessando a transmissão de torque.

Atrito

A dificuldade com que uma face desliza sobre outra é determinada pelo atrito.
O disco tem uma face desenvolvida para produzir atrito suficiente a fim de unir de forma branda e transmitir a rotação do volante de maneira integral.
Os discos têm revestimentos orgânicos constituídos basicamente de fibras estruturais impregnadas com soluções de resina sintética, borracha, cargas orgânicas e minerais.
Esses modelos se encaixam tanto em transmissões mecânicas quanto automatizadas, diferentemente da propagação automática – que utiliza conversor de torque no local da embreagem.

Sintomas e Vida Útil

Sintomas:

  • Acionamento pesado do pedal;
  • Dificuldade de engate das marchas;
  • Vibração do pedal;
  • Transmissão de torque do motor patinando;
  • Ruídos no acionamento.

Validade:
Sugerimos alterar o disco a cada sessenta mil quilômetros
* Veja o manual do Fabricante do seu carro.

Todo mundo sabe que o carro não atua somente à gasolina ou álcool. Um veículo para funcionar corretamente carece de uma conservação regular e correta. É necessário sempre ver o óleo, os pneus, o motor e, inclusive, os freios. Aliás, tocando no assunto de freios, você sabe para que serve uma pastilha de freio ?
Você já ouviu falar que a pastilha de freio é um item dos freios a disco? Não? Nesse post, você vai entender o que é e seus derivados. É bastante significativo que você perceba sua funcionalidade e a necessidade de uma manutenção apropriada.
Vamos lá?

Freio a disco – Entenda a respeito

O freio a disco, que depende demasiadamente da pastilha de freio , é um dispositivo de mudança de energia cinética em calor por meio do atrito. Sua eficiência é medida pela sua capacidade de dissipar o calor gerado.
Um freio a disco, produzido em geral de ferro fundido ou compostos cerâmicos, é vinculado na roda ou eixo. Com o intuito de travar a roda, um material de atrito, como a pastilha de freio, é pressionado mecânica, hidráulica, pneumáticamente contra os dois lados do disco.
Há dois modelos de sistemas de freio a disco: fixos e flutuantes. Os fixos possuem pistões em todos os lados, que, no momento em que ativados, encostam a pastilha de freio no disco. Já os flutuantes empurram o pistão e unem a pastilha interna contra o disco de freio e, conjuntamente, a pinça se movimenta para trás do pistão.
Tem construção mais densa. Os principais itens do freio a disco são: Disco, Conjunto de Pinça e Pastilha de freio.

Origem da procedência do Freio a disco?

historia-freio-disco Para aprimorar os dispositivos de frenagem, em meados de 1890 foi planejado o freio a disco, porém só em 1898, umas das preliminares versões foram usadas pelo inventor norte-americano Elmer Ambrose Sperry em um automóvel elétrico onde a pastilha era submetida contra o disco por meio eletromagnético.
Tendo sido primeiramente produzidos na montadora de veículos compactos Crosley Corporation no período de 1948. Os veículos ingleses e franceses começaram a ser montados com discos de freio em escala industrial nos anos de 1950 e os americanos no ano de 1960.
O invento do freio a disco propiciou excelente melhoria à dirigibilidade ( aptidão de se administrar o automóvel ) e ao controle do veículo, mesmo em alta velocidade.
Com certeza, o sistema de freios de um automóvel consiste-se em uma das partes mais importantes e cruciais, sendo ele o responsável por garantir uma frenagem segura, perante as mais variadas condições de tráfego.

Sistemas de freio a disco – Compreenda quais são

A pressão hidráulica para ativação do conjunto de freio é motivada por meio do cilindro mestre, ativado pelo motorista. O depósito de fluido garante o fornecimento de fluido sempre que aumenta a captação por causa do desgaste das pastilhas.
O equilíbrio da pressão quando não é aplicado o freio é ofertado pelo furo de compensação. Há dois modelos de cilindro mestre: simples e duplo. Consequentemente, há diversos modelos de circuito de freio:

  • Cilindro mestre simples: a evasão do cilindro abastece todos os freios simultaneamente, logo um vazamento acarreta a perda integral do freio;
  • Cilindro mestre duplo por eixo: cada escapamento abastece um eixo;
  • Cilindro mestre duplo cruzado: um escapamento abastece a roda frontal esquerda e a traseira direita e a outra saída alimenta as rodas restantes. Diante disso, o pistão primário do cilindro tem curso útil semelhante ao secundário e o raio de rolagem deverá ser negativo na suspensão frontal.

Vantagens do freio a disco

Observe adiante os proveitos do freio a disco:

  • O freio a disco dissipa mais satisfatoriamente a energia adquirida devido à exibição ao fluxo de ar;
  • Não acumula impureza;
  • Não há acrescimento de curso do pedal por causa da dilatação do disco. Além de tudo, as pinças distribuem adequadamente a pressão empregada ao disco, diminuindo o dano das pastilhas, em comparação às lonas das sapatas;
  • Conta com maior naturalidade de conservação e instalação;
  • Jamais se esqueça de tomar conta da pastilha de freio, para ter uma maior durabilidade do seu freio a disco.

Fluido de freio e sua vinculação com a Pastilha de Freio!

O fluído de freio possui como principal função transferir a pressão para a pastilha de freio. Ele efetua essa prática comprimindo o disco do freio para gerar um atrito que irá fazer com que o automóvel desacelere até parar.
Entre os modelos de fluído existem os que são baseados em Glycol e à base de Silicone.
Os óleos a base de Glycol são higroscópicos, ou seja, ele sorve a umidade atmosférica. Existe inclusive o óleo com base em silicone que são os hidrofóbicos, significa que não misturam-se com água. Este tipo de óleo não é usado em território brasileiro, uma vez que ele é ideal para regiões de clima frio.
Um elemento vital para ser aprendido é o de dot do óleo. O dot evidencia a temperatura de ebulição do óleo e é mostrado na embalagem do produto. Os óleos com base em Glycol têm dot entre 3. 4 e 5. 1.

Prudências fundamentais com os fluidos de freio

cuidados-fluido-freio Alterar ou dar uma olhada no nível do fluído de freio não tem o costume de estar entre as prioridades dos condutores. Pouca gente sabe, mas, que ele é o incumbido por ativar todo o sistema de freio. Caso esteja vencido ou abaixo do mínimo sugerido, pode trazer riscos à frenagem, sem mencionar que faz com que o consumo da pastilha de freio seja mais reduzido.
Ao contrário de outros líquidos do automóvel, o fluído de freio não reduz com a utilização, e, caso isto ocorra, jamais deve ser acrescentado. Há nos automóveis um reservatório próximo ao motor. Em caso do volume estar entre o mínimo e o máximo, não existe utilidade de trocar ou completar.
Contudo, se o reservatório do fluído estiver abaixo do nível, comece a se preocupar. É sinal que algo está errado. O esquema de freio é um sistema fechado e pelas características do produto jamais deve ter perdas. Caso exista inevitabilidade de completar, quer dizer que há um vazamento no conjunto que tem que ser consertado.
Necessita ser esvaziado o fluído vigente e trocado por outro, pois este vazamento pode chegar a ter comprometido as propriedades técnicas do item como, por exemplo, degradação por umidade.

Em que ocasião tenho que alterar o fluido do freio?

Tanto quanto qualquer outro item, o óleo tem tempo de duração. Então, se faz preciso conferir no manual do automóvel o tempo indicado pela montadora que, no geral, é a cada 10 mil km ou 1 ano.
O óleo higroscópico é o mais utilizado. Este, que absorve a umidade atmosférica, com o passar do tempo vai perdendo sua eficácia e acaba originando bolhas de ar que complicam o conjunto. Além disto, eles oxidam os pistões e os cilindros, além de afetar todo o sistema, principalmente a pastilha de freio.

Funcionamento do sistema hidráulico

Os freios a disco hidráulico são um autêntico marco em toda história do Mountain Bike, ao determinar novos parâmetros de confiabilidade, eficácia e modulação.
Apesar de serem largamente usados nas modernas bicicletas de MTB, os freios a disco são um autêntico bicho de 7 cabeças para vários ciclistas, particularmente em relação ao seu funcionamento e zelos a serem observados.

O que é um Sistema Hidráulico

A base de funcionamento de todo sistema hidráulico compreende em gerar movimento ou força por meio da utilização de um fluido de difícil compressão, ocasionando na força mecânica.
Uma força utilizada para funcionar os freios ( mediante o acionamento das manetes) é multiplicada no processo. O fator de aumento dessa força é estabelecido pelo tamanho dos pistões em cada extremidade do conjunto.
Tratando-se dos freios hidráulicos, o pistão da manete que empurra o fluido por meio do sistema é inferior ao pistão que empurra a pastilha de freio ao disco. Com isto, a força utilizada pela mão do ciclista nas manetes é ampliada, auxiliando-o a brecar de forma fácil e eficiente.

Elementos do Sistema Hidráulico

Basicamente, um conjunto de freios a disco hidráulico possui as seguintes partes:

  • Cilindro mestre localizado nas manetes;
  • Conduítes ou mangueiras;
  • Fluido hidráulico;
  • Pistões, posicionados nas pinças de freio;
  • Pastilha de freio;
  • Rotor.

O Fluido Hidráulico

Um bom fluido hidráulico para uso em freios precisa combinar duas características primordiais: incompressibilidade e alto ponto de ebulição.
A incompressibilidade vai resguardar que que a energia usadas nas manetes não seja perdida em seu percurso em direção às pinças dos freios. Em contrapartida, um fluido de baixo ponto de ebulição vai se transformar em vapor durante as condições climáticas muito quentes alcançadas durante frenagens mais fortes. Esse procedimento é capaz de ocasionar em certas falhas e sérios acidentes.
Sistemas de freios hidráulicos utilizam basicamente dois tipos de fluido: DOT ou óleo mineral, cada um com suas próprias qualidades de eficácia e ponto de ebulição.

Tipos de Freios Hidráulicos

Os modernos sistemas de freio a disco hidráulico são capazes de ser do modelo aberto ou fechado. Ao contrário do que o nome seja capaz de sugerir, ambos são integralmente selados.
Um sistema hidráulico aberto possui um tanque em sua parte interna, que deixa que o fluido possa ser incluído ou retirado automaticamente ao longo de sua aplicação. Durante o calor produzido pela freagem, o tanque é encharcado pelo fluido hidráulico.
Uma membrana versátil interna se contrai ou se expande, equilibrando a alteração na pressão do conjunto. Sem contar que um dispositivo aberto produz uma porção a mais de fluidos a fim de impelir os pistões e anular o desgaste das pastilhas.
Um sistema fechado também tem um receptáculo. Mesmo que a ausência da película que equilibre o escoamento do fluido faça com que o acerto do espaçamento dos pistões tenha que ser feito de modo manual.

Freio-Motor – Entenda a respeito

O freio-motor é o uso do próprio funcionamento do motor a fim de diminuir ou moderar a velocidade do automóvel. Por exemplo, numa via o condutor segue em 5ª marcha quando aparece a descida. Então, se remove o pé do acelerador e deixa o carro continuar o trajeto.
Somente de remover o pé do acelerador e deixar o automóvel cambiado o condutor vai estar aplicando o freio-motor. Na ocasião em que o condutor evita o uso extra do freio com o intuito de não superaquecê-lo está empregando o freio-motor.
Deste modo, o motorista minimiza uma ou duas marchas e deixa o automóvel seguir pela descida. E, ainda, usa o freio moderadamente, sem a precisão de ficar colocando todo momento o pé no acelerador.

Meu carro possui o freio-motor?

Positivo! Todos os carros possuem o freio-motor, no entanto nem todos os motoristas, mesmo aqueles que se consideram “verdadeiros pilotos”, fazem utilidade desse recurso.
Contudo, em que lugar posso encontrar esse freio-motor? Ele é um botão? Em que lugar aperto? Temos uma notícia para te dar: não há este “comando” no automóvel. O freio-motor é somente uma palavra para determinar uma tarefa mecânica.

Qual o benefício de se usar o “freio-motor”?

vantagem-freio-motor A regra é simples, contudo pouco utilizada: engrene, ao descer uma ladeira, a mesma marcha que iria ser utilizada para subir outra. Ou melhor, se fosse necessário engatar uma segunda marcha para subir uma rua, engatar essa mesma marcha ao descê-la.
Pode até ser desnecessário utilizar os freios, já que basta o freio-motor a fim de que consiga descer a ladeira sem problemas. Uma parcela dos condutores deixa a caixa engatada em quarta ou quinta e reduzem a marcha apenas no pedal do freio.
Diminuindo o gasto do sistema de freios e também da pastilha de freio, utilizar o próprio motor para diminuir a velocidade amplia a segurança, uma vez que corta o “fading”, um superaquecimento do freio quando ele é bem usado em ladeiras íngremes. Esse sobreaquecimento põe o veículo inoperante, sendo necessário desligá-lo e esperar o mesmo resfriar.

O freio-motor está presente nos carros automáticos?

E no caso do carro com câmbio automático? Não altera nada: todos eles fornecem a opção da redução da marcha, bem como o câmbio mecânico. É somente tirar a alavanca do “D” e colocá-la em “3”, “2” ou “S”, para utilizar corretamente o freio-motor.

Freio ABS – Saiba sobre

ABS é uma sigla constituída tanto a partir da locução alemã Antiblockier-Bremssystem quanto da frase inglesa Antilock Breaking System. Este dispositivo é automatizado e mais seguro, porque evita que as rodas do veículo percam contato de tração com o pavimento da rodovia.
Os freios ABS são de fato melhores com relação aos breques convencionais. Eles evitam que as rodas agarrem e derrapem na ocasião em que o motorista aciona a frenagem de forma repentina. Carros como o Fiesta, Classic e Gol atualmente tem de contar com este dispositivo.
O conjunto ABS propicia benefícios como: a não derrapagem do automóvel e, por conseguinte, o acréscimo da equilíbrio em situações de brecagens de emergência, possibilitando que o condutor possa desviar de contrariedades enquanto brequa, diminuindo a distância de parada em até trinta por cento.
Com a redução das distâncias de parada proporcionada pela utilização do ABS, espera-se uma redução expressiva no número de acidentes provocados pelo travamento pré-maturo das rodas.

Como o freio ABS funciona?

O ABS (Anti-lock Braking System) é um conjunto de frenagem que evita que a roda trave e entre em derrapagem no momento em que o pedal do freio é acionado fortemente, evitando a perda de domínio do veículo.
O ABS é constituído por sensores que supervisionam a rotação das rodas e as relacionam com a velocidade do carro. Os sensores mensuram a rotação e passam informações à unidade de controle do ABS. Se esta unidade notar que alguma das rodas encontra-se quase travando, irá ter a interferência da central em menos de 1 segundo, modulando a pressão de frenagem, fazendo com que a roda não trave e possibilitando uma frenagem mais segura.

Saiba os tipos de freio ABS

freio-abs EBD – Electronic Brakeforce Distribution , que, na língua portuguesa, quer dizer, Sistema de Distribuição Eletrônica de Frenagem. Esta classificação possui a intensão de distribuir a frenagem entre eixos em casos comuns, recordando que 30% no eixo traseiro e 70% no dianteiro.
BAS – esse já opera em situações delicadas, uma parada rápida, já que a sua frenagem age inteligentemente.
AFU é uma expressão da França – Aide au Freinage d´Urgence , que na língua portuguesa é Auxílio à Frenagem de Urgência. Esse age em casos excepcionais, pois ele utiliza uma força extra ao freio para que o veículo pare e o ABS funcione. Há uma falha que acontece no pedal do ABS, por causa da alta oscilação.

Burrinho de freio – Conheça a respeito

Sem dúvida você já ouviu falar que o “burrinho de freio” do veículo encontra-se com problemas, não é? Entretanto você sabia que este também é intitulado como “cilindro mestre”? Independente de como você tem consciência desta peça, o primordial é saber que esta peça é importantíssima para o exato funcionamento de seu automóvel.
Leia abaixo determinadas informações em comparação ao Burrinho de Freio!

O que é o tão conhecido Burrinho de Freio?

É um cilindro hidráulico que faz parte do sistema de freios do automóvel. Qualquer roda do veículo existe uma peça que está conectada a um burrinho a qual responde ao pedal de freio. Ao acionar o pedal, um pino adentra no burrinho e faz com que o fluido seja liberado nas outras rodas.
Sua finalidade é prover o conjunto com fluidos alterando pressão mecânica em compressão hidráulica.

Relevância da conservação

Os automóveis modernos decompõem o seu conjunto de frenagem em 2 circuitos. Isso ocorre porque, no momento em que o condutor acionar o freio, esses 2 circuitos vão dar uma maior segurança e estabilidade.
Vale destacar que cada par de rodas fica associado com cada circuito. Se existir qualquer insuficiência no conjunto, pode-se contar outras duas rodas no sentido de frenar o automóvel.
E é aí que entra a peça intitulada cilindro mestre. A peça é a responsável por providenciar a pressão hidráulica para que os freios funcionem, usando 2 pistões no mesmo envoltório. O êmbolo que está dentro da câmara move-se e gera pressão do fluído. Com isto, mexendo os pistões dos cavaletes e os cartuchos, acionando a frenagem do veículo.

Saiba quando é preciso modificar o burrinho de freio!

Assim como acontece com muitos componentes do veículo, a durabilidade desse componente provém da utilização do automóvel. É bastante fundamental os cuidados que o condutor possui com o seu veículo. Caso haja capricho e prudência por parte do proprietário, é capaz de ser que dure até mais do que oitenta mil quilômetros. Ou seja, mais do que 5 ou 6 anos num veículo.

Vantagens em se trocar o cilindro mentor

trocar-cilindro-mestre A troca inapropriada do fluido de freio ou vazamentos desse material tem grande chance de causar a redução de ação da frenagem. A oxidação que causa a diminuição do tempo de vida útil do burrinho é outro inconveniente, sobretudo na pastilha de freio.
Além da economia com combustível, a troca do burrinho diminui os perigos quando você necessitar dos freios. Por conseguinte, realize a conservação preventiva e, caso preciso, a alteração da peça.
Com a preservação apropriada, os gastos com pneus ou uma pastilha de freio serão menos habituais!

Você em algum momento já ouviu falar em suspensão de carro, tenho convicção disso! Mas, quando falamos em suspensão, você pensa que é meramente uma mola ligada à roda do automóvel. Não é? Errado! Observe o motivo!
A gente vai falar aqui ligeiramente mais com relação aos 3 modelos de suspensões , no sentido de ajudar você a fazer a mais apropriada seleção para seu adorado automóvel.
A suspensão merece a sua atenção, dado que é um dos sistemas mais imprescindíveis para o funcionamento adequado de um veículo. É exatamente ela quem garante a estabilidade do carro e absorve os choques do veículo com o chão, possibilitando um maior conforto para o condutor e os passageiros.
É bastante importante que o motorista fique atento ao desempenho da suspensão de seu veículo e a mantenha com as suas adequadas revisões.
Em território brasileiro, os 3 principais e mais habituais tipos de suspensão são o fixo, a ar e rosca. Entretanto, muitas pessoas não entendem apropriadamente como funcionam estes três modelos de suspensão, as essenciais características e diferenças.

Suspensão a ar

suspensao-ar A suspensão a ar está cada vez mais comum e no imaginário daqueles que desejam rebaixar o seu veículo, porém quem acredita que ela é uma invenção nova, está completamente enganado!
Ela existe desde os anos 40, data em que se buscava uma solução a fim de melhorar a estabilidade dos carros de competição nos EUA.
A preliminar suspensão a ar segura a qual podia possuir uma utilidade prática foi desenvolvida pela Firestone particularmente para o último exemplar Stout Scarab Experimental, mostrado no período de 1946, que também foi o primeiro veículo com carroceria de fibra de vidro no mundo.
O princípio era idêntico aos dos mecanismos modernos: quatro bolsas de ar substituíam as molas tradicionais, e tinham sua pressão regulada por quatro pequenos compressores unidos a cada uma das bolsas.
Essencialmente, a suspensão a ar é a aplicação de bolsas de material elastômero, habitualmente borracha sintética trefilada ou poliuretano, inseridas em conjunto ou trocando a suspensão mecânica original de um veículo. São mostradas em diversos formatos, tamanhos e quantidades de carga.
Essas bolsas de ar são capazes de ser infladas deslocando o agrupamento original com o intuito de compensar uma carga adicional nivelando o carro.
No lugar das molas são colocadas estas bolsas de ar que irão fazer o ajuste de altura do automóvel. Ao prender o ar, o automóvel levanta e na ocasião em que o sistema é ligado novamente, o ar é jogado da parte de dentro das bolsas para fora, fazendo desta forma com que o automóvel se rebaixe inteiramente.
No entanto, existe a indispensabilidade de um dispositivo que regularize a altura de rodagem. Esse dispositivo se chama válvula niveladora, que de preferência tem necessidade de ser eletrônica, dado que o condutor dificilmente é capaz de efetuar esta ajustagem.

PROS

  • Ajuste de estatura e manuseio em tempo real. Lombadas tornam-se obsoletas!
  • Preservação de componentes baixos e caros e prevenção de avarias ao chassi.
  • Molas de ar progressivas, bastante equivalentes às suas molas helicoidais.
  • Níveis ajustáveis das molas.
  • Altamente flexível.
  • Não há outro jeito de adquirir uma altura rebaixada e manter-se funcional.
  • Adaptação breve a aumento e mudança de peso.
  • Diminua a estatura do carro sem sacrificar a qualidade da direção.
  • Chamar atenção em qualquer lugar que estacionar!

CONTRAS

  • É mais oneroso do que suspensões de molas helicoidais.
  • O processo de instalação é mais complexo.
  • O processo de instalação é mais oneroso.
  • Mais componentes são precisos.
  • Em certos casos são necessárias modificações permanentes de chassi.
  • Já mencionamos que é bastante caro?

Curiosidades com relação às suspensões a ar

curiosidades-suspensao-ar

  1. Posso acionar a suspensão com o veículo movimentando-se?
    Sim, você pode estar ligando a suspensão a ar com o veículo em movimento, sem problemas.
  2. Qual o benefício de utilizar suspensão a ar?
    Se preferir por usar um sistema de suspensão a ar no seu automóvel terá inúmeras vantagens como: precisar se preocupar mais com lombadas, quebra molas e outras variações, uma vez que poderá subir e descer o sistema de suspensão sempre que for necessário.
  3. Como é recarregado o ar que a suspensão utiliza?
    O jeito mais favorável e efetivo de se carregar o ar empregado no sistema de suspensão é usando um compressor, que, em geral, já acompanha o kit de suspensão a ar.
  4. Posso usar compressor de pneus na minha suspensão a ar?
    Inúmeras pessoas procuram usar compressor de pneu na suspensão, e isso, além de produzir significativos riscos à segurança do automóvel, ainda compromete a finalidade da sua suspensão. Os compressores para pneus não possuem a mesma pressão que os compressores apropriados para suspensão a ar.
  5. Quais veículos são capazes de receber suspensão a ar?
    A suspensão a ar é capaz de ser usada em praticamente todos os modelos de carros.
  6. As bolsas correm risco de estourarem?
    Se o kit de suspensão a ar que você estiver usando for de ótima qualidade, não. Entretanto sempre é bom levar o veículo para uma inspeção de rotina, assim você se certifica de que está tudo bem com seu carro. Em geral, um kit de suspensão a ar pode durar bastante tempo caso sejam efetuadas as devidas prevenções.

Suspensão a Rosca

Seu funcionamento acontece por intermédio de um mecanismo formado de um tubo roscado e flange, que unidos são interligados aos amortecedores ou diretamente no eixo de trás do veículo, possibilitando que seja feita a regulação de altura só com o rosqueamento a mão do sistema.
A suspensão a rosca oferece maior movimentação, e é capaz de ser maravilhosa para quem pretende enfrentar vários tipos de áreas, visto que ela pode ser regulada manualmente.
Para quem deseja tunar o veículo é benefício montar este kit, além de ser de valor menor que a suspensão a ar, esse kit garante total proteção e equilíbrio ao automóvel.

PROVEITOS

pros-contras-suspensao-ar

  • Mais garantida que a suspensão a ar.
  • Despesa baixíssima.
  • Seguro ( uma vez que você não possui o risco de romper uma bolsa numa curva)
  • Custo/Benefício
  • Agilidade de modificação na altura: Em 5 minutos você abaixa ou sobe as quatro rodas
  • Durabilidade: Ferro tem maior durabilidade do que borracha

Contras

  • Recomendamos adquirir novos amortecedores sempre do comerciante da suspensão, ou descobrir onde o mesmo compra e obter do mesmo modelo, para não alterar a compressão dos amortecedores.
  • Toda vez que mudar a altura você vai sofrer uma perda no alinhamento.

Suspensão Fixa

Este tipo de suspensão é composto por um grupo com quatro amortecedores e quatro molas preparadas. Com este padrão, o veículo é capaz de ser rebaixado a uma altura correta perfeita para o automóvel, possibilitando maior aconchego e equilíbrio.
É bem usada por quem conta com um automóvel de alto desempenho, com motores feitos para alcançar grandes velocidades, visto que costumam ter necessidade de mais estabilidade e, por causa disso, o melhor modelo é a suspensão fixa, que é capaz de ser instalada na altura ideal para o modelo e o perfil de piso que seu veículo confrontará.

Como é constituído a transformação enfim?

modificacao-suspensao-fixa Há duas maneiras de executar projetos de suspensão fixa:
Cortando, Esquentando ou Prendendo as Molas com Presilhas: Além de ilícito ( uma vez que não autorizam a regulamentação junto ao DETRAN), essa prática é excessivamente arriscada, visto que alteram a armação das molas originais e aumentam a ameaça de acidentes por rompimento;
Usando Molas Esportivas : Preparadas em especial para o modelo do carro por produtores de molas e amortecedores, equipa o conjunto de suspensão atendendo as leis de trânsito, quer dizer, além de seguro ainda evita multas e tomada do veículo, visto que são capazes de ser facilmente regularizados.

Suspensão reforçada

É um agrupamento de molas, amortecedores e barras estabilizadoras. Nos carros off-road é habitual constatar molas semi-elípticas ou helicoidais e Duplo A – um modelo de suspensão -, que são mais corpulentas e reforçadas para suportar intensas pancadas.

Diferença Entre Suspensão Preparada E Molas Cortadas

Ao falar que temos um automóvel com suspensão preparada, estamos dizendo que o veículo é, em outras palavras, rebaixado.
Para os amantes de carros baixos, o caminho mais seguro e mais certo para alterar seu veículo é optando por suspensões, ou seja, o carro vai trabalhar com sua altura alterada, no entanto o aconchego e a segurança permanecem!
Diversas pessoas preferem por rebaixar seu automóvel cortando as molas da suspensão. Este definitivamente não é o modo apropriado, visto que no momento em que você corta as molas, o veículo trabalha com a altura do amortecedor reduzida fazendo desse jeito com que aquele amortecedor não absorva impacto mas sim a mola, fazendo que fique aquele popular veículo “Pula-Pula”.
Na ocasião em que você conduz com a suspensão preparada, o agrupamento mola e amortecedor já vem no tamanho adequado para se obter o amortecimento, fazendo com que a suspensão trabalhe com um melhor conforto, absorvendo, de uma maneira mais confortável, os choques obtidos pelo sistema de suspensão.
Por esse motivo, na ocasião em que optar por rebaixar seu automóvel, pense em primeiro lugar fazer um serviço que garanta sua segurança e seu bem-estar e que não venha trazer posteriores problemas para seu automóvel.

A suspensão é similar para todos os automóveis?

suspensao-veiculos-igual Cada tipo de veículo conta com um tipo de suspensão e, no total, podemos constatar 3 padrões: independente, semi-independente e inteiramente dependente.

  • No modelo independente, cada roda retém os impactos das irregularidades do solo sem transportar para outra do mesmo eixo;
  • No semi-independente, uma parcela dos choques é deslocado para a outra roda;
  • No modelo dependente, os movimentos de uma roda são notados nas outras rodas do eixo.

Conforme do padrão do carro, existe a possibilidade de existir 2 tipos de suspensão: uma de trás e a outra na frente.

Conheça o conjunto de suspensão

Molas e amortecedores

Juntos, mola e amortecedores compõem a central função de amortecimento com relação à variação do chão. Por causa da sua flexibilidade, a mola é o item mais eficaz para filtrar as imperfeições do chão. Já o amortecedor opera em agrupamento com a mola para amenizar as falhas da pista.
Por agirem em conjunto, no geral ambos precisam ser verificados na ocasião em que o veículo chega aos 20.000 Km rodados e trocados aos quarenta mil km rodados, ou conforme a orientação de cada fabricante.
Em alguns casos, o veículo tem a capacidade de chegar a rodar até cinquenta mil quilômetros sem a inevitabilidade da substituição e com desempenho em ótimo estado. Contudo, com a má qualidade de boa parte das vias públicas brasileiras, quase sempre cheias de buracos, e estradas de terra ou de trechos péssimos, é significativo que o condutor preste atenção.
Existe a possibilidade de constatar defeito nos amortecedores caso o automóvel demonstre oscilação na carroceria em linha reta e com ruídos provenientes da suspensão. Já nos amortecedores, os defeitos são capazes de acontecer antes ainda que eles comecem a acometer o equilíbrio do automóvel ou gerar ruído.
Por este motivo, sempre que for fazer um alinhamento ou balanceamento, peça ao profissional para ele dar uma aferida se não há vazamento ou se as hastes estão limpas.

Braço oscilante

braco-ocilante O braço oscilante similarmente é um dos itens da suspensão de carro e tem como propósito servir de apoio para a coluna de suspensão, que é articulável.
Se o motorista sentir certa divergência ao tomar a direção, seguida de algum barulho na suspensão, é capaz de ser que as buchas do braço oscilante encontrem-se gastas ou com defeito, sendo necessário substituí-las.

Pivô de suspensão

O pivô de suspensão trabalha para o bom funcionamento do braço oscilante. Isto porque, sua função é a de ajudar a coluna de suspensão em seu deslocamento, possibilitando o ângulo de oscilação do braço. Caso estejam gastos, causarão ruídos que podem servir de alerta ao condutor.

Barra estabilizadora

Este componente é incumbido na estabilidade do veículo em altas velocidades, em retas e curvas. Além disso, a barra estabilizadora forma a conexão entre as colunas de suspensão e é presa à lataria por buchas de ligação, e às colunas por meio de bieletas.
Estas são partes que impedem que o automóvel se apoie nas rodas ao realizar uma curva, auxiliando a controlar a estabilidade da lataria e, por conseguinte, prevenindo acidentes. Assim como os demais segmentos, a falta de estabilidade e barulhos podem anunciar um sinal de mau desempenho da barra estabilizadora.

Kits de suspensão – valor e conteúdo

Kit de suspensão comum

kit-suspensao-comum O kit, que costuma ser constituído por coxim (com e sem rolamento), batente e coifa, pode variar o custo de acordo com fabricante e distribuidora.
No geral, o kit sai em uma faixa de seiscentos reais, porém é capaz de chegar a custar R$1000 conforme a distribuidora.

Kit de suspensão a rosca

O kit de suspensão a rosca traz as peças: dois ou quatro AMORTECEDORES PREPARADOS (REMANUFATURADO), QUATRO MOLAS ESPECIAIS, 4 CONJUNTO DE REGULAGEM (ROSCADA/USINAGEM CNC), 1 PAR TELESCOPIO – (ENCURTADOS COM CUBOS E ROLAMENTO).
O valor do kit pode oscilar em uma média de seiscentos e mil reais, alternando de fábrica para fábrica e inclusive do tipo do carro.

Kit de suspensão a ar

A suspensão ar integra principalmente os consecutivos utensílios: compressor, cilindro, relógios, bolsas.
Atualmente o valor de um kit de suspensão a ar ainda é muito salgado, apesar disso bastante gratificante. Um kit integral varia de R$2500 a R$3500 Reais. Já um kit mais básico menos o compressor custa de R$1500 a R$2500. A particularidade é que sem o compressor o cilindro não se enche de ar sozinho, e desse jeito o condutor tem que enchê-lo com ar.

Quais são os contras da suspensão modificada?

Se você pensa em modificar a suspensão do seu carro, fique alerta às responsabilidades que você necessita ter antes e ao longo da direção do veículo.

Alteração nas molas

Antes de exercer qualquer alteração nas molas é imprescindível saber que os fabricantes usam softwares para o seu dimensionamento, já que o cálculo envolve um enorme número de princípios tal como quantia de elos, diâmetro, comprimento, carga, grau de inclinação dos elos, tensão máxima de cisalhamento do material, entre outras.
Além destas variáveis, os engenheiros fazem avaliação da geometria da suspensão para identificar as demandas a que esta mola irá estar subordinada e, por último, são recomendados os métodos térmicos que serão aplicados durante o processo de construção.
Em razão disso, peritos em suspensões não aconselham qualquer retrabalho (como é denominada a modificação) nas molas para diminuir seu tamanho, seja o corte de certos elos, grampos ou ainda aquecimento. Esse último provoca um aliviamento de tensões no material e encurta a medida entre os elos, minimizando o comprimento total da mola.
Num primeiro instante, esses retrabalhos são capazes de suprir às perspectivas dos consumidores, mas, no médio prazo, falhas aparecem: amortecedores estourados, trincas na longarina, trincas no túnel e batentes dos amortecedores avariados serão os primeiros prejuízos.
Se quiser modificar as molas, mais adequados são os kits de molas esportivas, típicas para cada modelo de automóvel. Além de dimensionadas pelo fabricante, elas asseguram a redução da altura com certo conforto e, especialmente, oferecem uma sobrevida aos demais itens da suspensão de carro.

Deve-se não utilizar altas velocidades

alta-velocidade Todos sabemos que os veículos originais de fábrica são condicionados em testes diversificados de resistência e aproveitamento. Equipamentos especialmente desenvolvidos para esse propósito detectam possíveis erros de projeto e regulam os limites de fadiga de materiais e, apesar disso, e com toda essa estrutura, os defeitos despontam.
A circunstância fica mais delicada na ocasião em que o projeto original é alterado, por esse fundamento é imprescindível evitar altas velocidades. O estouro de um amortecedor ou rompimento de uma mola é capaz de por você numa ocasião complicada se você estiver acima de 100 km/h.
Tem uma responsabilidade muito grande entre quem curte fazer modificações. A maioria percebe que tem carros especiais e que esse fato requer atenção duplicada em relação aos cuidados com manutenção preventiva. Assim, acabam sendo mais zelosos do que diversas pessoas que preservam seus veículos como foram feitos.
Eles têm noção que, no menor vestígio de oscilação ou barulho, deve-se estacionar o carro e instituir uma análise detalhada das peças envolvidas na personalização.

Vai alterar, precisa regularizar!

Não é unicamente ter desejo, cuidar do carro e conhecer a lei. Transformar o veículo envolve uma série de questões burocráticas. Veja a seguir o passo a passo:

  1. Verifique se a mudança que pretende instituir no veículo é permitida (resoluções 291 e 292 de 29/08/2008 do Contran)
  2. Requeira ao delegado do Detran autorização preliminar para mudança das características originais do veículo
  3. De posse dessa autorização prévia mais a nota fiscal dos trabalhos executados no automóvel, procure um posto de verificação autorizado pelo Inmetro para fazer a verificação da atual suspensão
  4. Caso seu carro seja aprovado, você vai receber o Certificado de Segurança Veicular (CSV) remetido pelo Inmetro
  5. Para terminar, é necessário conduzir o CVS ao Detran a fim de documentar as variações e alterar o documento do veículo, o Certificado de Registro e Licenciamento de Veículos (CRLV), contendo no campo de observações do registro a altura da atual suspensão, mensurada do solo ao farol do carro.

Compreenda que, mesmo estando com a documentação legitimada, a maior parte das companhias de seguro não cobre os prejuízos de carros rebaixados. Mais um pretexto para “pegar leve”.
Presume fazer outras mudanças no automóvel? Vale a pena dar uma olhada nas resoluções de número 291 e 292 de 29/08/2008 as quais abordam especificamente das mudanças.

O QUE DIZ A LEI sobre a suspensão de carro?

lei-suspensao-carro Alterada em 2014, a resolução 479/2014 muda o artigo 6º da resolução 292/2008, a qual proibia o uso de suspensões com ajuste de altura, bastante devido aos caminhoneiros os quais baixavam as suspensões da frente do caminhão para ficarem com o estilo de nome “verdureiros”.
Com a atual resolução, o que ficou registrado foi que para os veículos que possuírem alteração na suspensão, deve existir nota no Certificado de Registro de Veículo (CRV) e no Certificado de Licenciamento de Veículo (CRLV) avisando a nova altura do veículo, mensurada do solo ao ponto do farol baixo (original) do automóvel.
Inclusive constam as ressalvas de que:

  • Os veículos devem ter peso bruto total de até três toneladas e meia;
  • A altura mínima de rodagem (medida do solo até o ponto mais baixo do chassi) necessita de ser de dez centímetros;
  • O conjunto de rodas e pneus não pode encostar em nenhuma porção da carroceria durante o esterçamento.

Mesmo com a mudança do artigo 6º da lei, o artigo 8º da mesma lei não foi modificado e proíbe:

  • Uso de rodas ou pneus os quais ultrapassem os limites externos dos para-lamas do automóvel;
  • Aumento ou diminuição do diâmetro externo do grupo pneu/roda;
  • Alteração das propriedades originais das molas do veículo, inserção, exclusão ou modificação de equipamentos da suspensão.

MOLAS ESPORTIVAS: Uma saída

Como abordado previamente neste artigo, apesar de ser uma conduta habitual, rebaixar o veículo requer uma sucessão de responsabilidades para realizar a mudança respeitando a legislação e conservar a segurança.
Tendo em conta os prós e ônus de cada uma das possibilidades de utilização, as molas esportivas são as mais sugeridas, uma vez que têm o menor valor entre as alternativas que são capazes de ser legalizadas e possuem fabricação com as propriedades próprias ao modelo do automóvel, o que garante segurança à você e seu carro.

Suspensões de carro a ar Castor

A Castor é uma autoridade no que se refere a suspensões. A empresa fornece vários modelos de kits segundo a necessidade de instalação do seu veículo.
Entre seus itens de suspensão a ar, podemos encontrar:

  • Amortecedores, Bloco/Válvulas Solenóides
  • Bolsas de Ar
  • Compressores
  • Controladores
  • Filtro de Ar
  • Grife e Acessórios
  • Mangueira/Conexões
  • Manômetros
  • Ponta de Eixo
  • Proteção Elétrica
  • Reservatorio de Ar
  • Base de Cilindro
  • Alvará e Atualizações

Você pode adentrar em contato com a Castor no endereço, mediante celular e whatsapp e/ou pelo website da loja.

É verdade que se deve evitar instalar amortecedores recondicionados em carros? Na verdade, achar a peça nova é o adequado e mais aconselhado por especialistas. Mas, se o amortecedor do seu automóvel já não se encontra mais no mercado de peças ou se está complicado de achar, busque um amortecedor recondicionado em uma loja habilitada e confiável
Amortecedores são peças relevantes para o exato funcionamento de qualquer automóvel. Eles dão conforto e segurança para motorista e caronas, deixando o automóvel com boa condutibilidade. Por outro lado, para que isso ocorra, é significativo conservar essas peças em ótimo estado e trocar os amortecedores no momento que for preciso. Em razão disso, é preciso prestar atenção com amortecedores recondicionados. Afinal de contas, você é capaz de estar botando a sua segurança e de sua família em perigo.
Um jogo de amortecedores é capaz de durar 80 mil quilômetros ou pode apresentar problemas já com 30 mil km. Os fabricantes aconselham a troca entre 40 mil e 50 mil km. Essa é somente uma referência, pois o tempo de duração é diretamente equivalente ao peso do carro, tipo de asfaltagem das ruas e a forma como os motoristas conduzem os automóveis.

Amortecedor recondicionado: sim ou não?

amortecedor-recondicionadoUm ótimo amortecedor recondicionado é caro e, algumas vezes, chega a custar mais caro do que a peça nova. Isso porque o recondicionamento exige competência técnica para ser executado. Para ser visto como um amortecedor recondicionado, a peça não pode ser somente pintada e ter o óleo interno trocado. Poderá ser tratada por pessoas experientes, capazes de assegurar a firmeza do automóvel.
Um amortecedor recondicionado, assim como toda peça que passa pelo processo de recondicionamento, trabalhará 1 milhão de vezes em somente 1.000 quilômetros. Em função disso, ele jamais deve ser avaliado como ótimo ou péssimo abaixando e soltando o automóvel logo depois a instalação. Por isso, é crucial ter muita cautela antes de obter um amortecedor recondicionado.
Não se deixe levar por experiências esporádicas. O fato de você ou um parente ter se dado bem ou mal com algum amortecedor recondicionado não o habilita a avaliar a qualidade desse tipo de peça. Nessa situação, quem manda são as estatísticas, e lamentavelmente, o mercado não observa com bons olhos amortecedores recondicionados, principalmente, pois o tempo de duração geralmente é menor com relação às peças de fábrica.

Amortecedor recondicionado – você sabe o que é?

Amortecedores recondicionados são peças usadas renovadas, que passam por uma preservação com o objetivo de se tornarem boas novamente. Em teoria, o recondicionamento de um amortecedor pode ser efetuado e garantir que a peça seja usada normalmente. Mas, o que inúmeras oficinas fazem não é o recondicionamento na realidade.
Inúmeros lugares prometem amortecedores recondicionados a preços baixos. É preciso ter precaução nesses casos, uma vez que realmente, locais como esses fazem só uma maquiagem nas peças, como uma nova pintura ou lubrificação.
O verdadeiro recondicionamento de amortecedor é um método complexo, que exige trabalho meticuloso, como produção de componentes dos amortecedores, algo habitual para automóveis velhos ou diferenciados. Este processo, além de complicado, não é barato.
Consequentemente, quando se deparar com amortecedores recondicionados bastante baratos, é mais adequado deixar estas peças de lado, já que é capaz de ser uma alternativa insegura e ineficiente para dono e automóvel.

Contratempos que um amortecedor recondicionado é capaz de ocasionar

· Vibrações e barulhos na suspensão
· Perda do equilíbrio em pistas esburacadas e nas curvas
· Oscilação excessiva, depois de arrancadas e brecagens
· Estrago precoce dos pneus
· Estrago de outros equipamentos de suspensão

Quanto tempo resiste um amortecedor recondicionado?

Todos esses fatores contribuem para a falta de proteção e ocorrência de acidentes, sobretudo a promessa de durabilidade de um amortecedor recondicionado não passa dos 6 meses. Adquirir um amortecedor recondicionado é jogar dinheiro fora e delongar um problema, pois em pouco tempo ele poderá ser de novo trocado. O que muitas pessoas que oferecem este serviço fazem é pintar e esterelizar o dispositivo usado, e ainda retirar todo o óleo e substituí-lo por óleo de motor, mais viscoso que o óleo de um amortecedor original.
Isto oferece a aparência de maior pressão e resistência, no entanto que em breve se mostrará o contrário. Com a elevação da temperatura o óleo perde a aderência depressa, e a pressão e ação do amortecedor minimizam. Sugerimos locais em que você na realidade fará a substituição de amortecedores usados por amortecedores novos, dado que como acabamos de dizer, os amortecedores recondicionados não valem a pena!
É fundamental ter noção da importância dos amortecedores do controle do automóvel, e por consequência na responsabilidade que o condutor assume quando ele bota um amortecedor recondicionado de procedência duvidosa no seu veículo. Caso você não saiba avaliar o que está adquirindo, peça a ajuda para alguém ou então faça a escolha por peças novas.

Quem são os grandes compradores de amortecedores recondicionados?

De modo geral, amortecedores recondicionados são obtidos por motoristas de táxi, motoristas de aplicativos, donos de automóveis blindados, donos de automóveis importados e jovens que, de forma negligente almejam alterar o comportamento da suspensão do automóvel. Nesse último caso, os jovens não se recordam que qualquer alteração no projeto original do veículo, particularmente trocando peças originais por amortecedores recondicionados, é capaz de avariar outras peças do conjunto, a médio e longo prazo. Estas variações ainda podem gerar certo tipo de eventualidade e desequilíbrio em casos excepcionais.

Por qual motivo amortecedores recondicionados são capazes de ser uma complicação?

Ainda mais do que oferecer aconchego às pessoas do carro, os amortecedores têm por intento preservar a aderência dos pneus com o asfalto, equilibrando as cargas dinâmicas (peso do automóvel em deslocamento) em qualquer uma das situações de rodagem. Seja em linha reta, curvas, asfaltos com buracos, brecagens, acelerações ou o conjunto destes fatores, os amortecedores atuam permitindo que o motorista possua o controle sobre o automóvel. É devido a isso que amortecedores recondicionados apenas precisam de ser a opção quando o dono do automóvel tiver inúmeras referências da loja que estiver fazendo a compra e troca da peça.

Quando você tem que substituir o amortecedor?

troca-de-amortecedor Em certas ocasiões o amortecedor perde a eficiência e você não tem nenhuma noção, devido a isso uma inspeção a cada 10 mil km é sugerida. Amortecedores “vencidos” conseguem corroer os pneus prematuramente, causar agravos a outras peças da suspenção, como coxins do motor e buchas de bandeja, entre outras. O pior de tudo é o controle, que vai embora. E junto dela, também vai embora a proteção das pessoas.

Favoreça a toda a hora amortecedores novos

A ideia é bem fácil: para não cair em golpes de amortecedores recondicionados que são capazes de prejudicar o seu automóvel, use sempre peças novas. Além de deixar a qualidade do seu automóvel, você não vai colocar sua vida em risco.
Em contraste com os amortecedores recondicionados, amortecedores novos, produzidos por empresas reconhecidas são as melhores alternativas. As peças com selo e inspeção do INMETRO garantem a origem e confiabilidade.
Não estamos falando que não se deve adquirir um amortecedor recondicionado. Se você possui um veículo importado, cujo jogo de amortecedores originais vale mais que o próprio carro, você não vai ter outra alternativa.
Ainda por cima, seria injusto com muitos profissionais respeitadores e responsáveis que realizam excelentes recondicionamentos de amortecedores com ferramentas apropriadas, conhecimento técnico em relação à intensidade dos materiais, modelos de solda e tratamentos superficiais. O problema é que são poucas as oficinas gabaritadas para recondicionar amortecedores, que são peças de tamanha importância

A troca do kit de amortecedor

Procure não substituir as peças originais por amortecedores recondicionados. Para estender a vida útil dos amortecedores que vêm de fábrica e garantir o bom funcionamento do sistema de suspensão, a orientação é inspecionar frequentemente o conjunto e substituir se revelar problemas. O kit, que normalmente é constituído por coxim (com e sem rolamento), batente e coifa tem a tarefa de certificar o máximo rendimento dos amortecedores.
O coxim fixa o conjunto do amortecedor no carro e evita que as oscilações do asfalto alcancem a lataria. Já o batente evita o célebre “final de curso” na locomoção do amortecedor. Enfim, a coifa evita a entrada de sujeira no conjunto haste e retentor.
Se não trocado, o kit gasto poderá danificar o amortecedor, mesmo sendo novo. Batentes e coifas deterioradas, vez ou outra, provocam o vazamento de óleo nos amortecedores. A orientação é trocar o kit juntamente com os amortecedores, pois trabalham em conjunto.

Nenhum condutor gosta de rodar com o carro sujo. Além de passar a sensação de automóvel malcuidado, a poeira e outras sujeiras podem sujar a roupa e ainda causar um abatimento na hora do programa de fim de semana. Em razão disto, nunca foi tão essencial estar bem informado com relação as ferramentas e produtos pertinentes à lavagem de carro.
Muitas pessoas têm o hábito de dar uma passadinha no lava-rápido a fim de esterelizar o veículo, outras têm o costume de pegar a mangueira e fazerem elas mesmas a limpeza. Apesar disso entenda que muitos equivocam-se na lavagem do carro e fazem a limpeza de maneira imprópria, o que acaba riscando a pintura e danificando a cera que resguarda a pintura. Outros gastam litros de água durante a lavagem do carro menosprezando novas tecnologias, como a lavagem a seco, também conhecida como lavagem ecológica.
Para que você não se equivoque outra vez, listamos a seguir algumas informações importantes com relação a lavagem de carro que vão fazer com que você altere sua maneira de lidar com o trabalho de higienização do seu veículo.

Produtos que não devem ser empregados durante a lavagem de carros

Jamais utilize detergente para lavar seu carro

lavagem_carros O detergente de cozinha é maravilhoso para lavar garfos e pratos e eliminar a gordura das panelas, porém bastante agressivos à pintura do carro. Eles gradativamente deterioram a cera protetora do automóvel, o que estende o risco de arranhões e danos irrecuperáveis à pintura. É mais adequado decidir por um shampoo próprio para carro, particularmente criado para a lavagem de carro.

Lavagem automática

A pressa diária torna a limpeza em posto de combustível e empresas do ramo a escolha favorita. Apesar disso, boa parte utiliza escova de lavagem de carro automática, o que vai arranhar a pintura. Decidir por um lava-jato com máquina “sem toque” (que joga o xampú e a água em alta compressão) é melhor caso tenha vontade de manter o acabamento do automóvel, ou então você pode comprar os produtos adequados e fazer o trabalho você mesmo em sua moradia.

Secagem

secagem_carro Após a lavagem do carro, é essencial secar o veículo o mais depressa que puder. Caso deixe para enxugar no tempo, as gotas de água conseguem manchar a carroceria, o que, muitas vezes, são difíceis de tirar.
Têm no mercado tecidos de microfibra especialmente desenvolvidos para a secagem de veículos. E o mais primordial: nunca utilize uma camisa ou meias antigas, que podem causar prejuízos irreversíveis à pintura. Uma secagem descuidada é capaz de perder uma ótima lavagem do carro.

Esponja não serve para lavar carro

Utilizar uma bucha comum fornece o risco de arranhar não somente a carroceria, mas também o para-brisa e outros vidros. Opte por uma luva de lavagem de carro projetada para veículos, produzidas com lã natural ou microfibra, que suga melhor as partículas. Buchas feitas de espuma mantêm a impureza na superfície e danificam os vernizes das pinturas.

Higienização de vidros

limpeza_vidro A maioria dos produtos para higiene de janela doméstica contém amônia, uma substância que irá avariar o para-brisas e outros vidros do carro. Tal produto também não é aconselhável para superfícies como couro, plástico ou vinil. Por causa disso, use produtos apropriados para veículos ao longo da lavagem do carro.

Balde

Utilize sempre dois baldes de água ao longo da lavagem do carro: um para enxaguar e outro para água com sabão. Do contrário, após alguns minutos você estará realizando a lavagem do carro com água imunda.

Nunca lave seu carro debaixo de sol forte

Não se deve fazer a lavagem do carro sob o sol forte, uma vez que os raios somente vão acelerar o processo de marcas d’água na lataria. Prefira o início da manhã ou o fim da tarde ou então lave-o longe do sol.
Antes de iniciar a lavagem do carro, aguarde a carroceria ficar fria – isto evita que a água e o sabão enxuguem e deixem manchas. O cuidado vale para todo o procedimento: ao longo da lavagem do carro, mantenha o veículo sempre umedecido.

Evite toalha

Você, eventualmente, olha pessoas enxugando o carro com uma toalha de banho produzida com tecido sintético. Talvez essa seja uma das formas mais seguras de arranhar a tinta! Um tecido de microfibra, algodão ou silicone é a mais adequada coisa para a secagem.

Como lavar as rodas

lavar_rodas As rodas estão revestidas de graxa e com resíduos metálicos dos freios. Não cometa o erro de lavar as peças com a mesma luva que você usa para a lataria. Com o intuito de fazer a mais apropriada lavagem de carro, use a todo momento duas luvas: uma para as rodas e outra para a carroceria.

Principie pelas rodas

Dê prioridade às rodas ao começar a lavagem do carro, caso contrário, a graxa e a sujeira das rodas são capazes de salpicar o resto da carroceria. Aguarde que elas esfriem antes da lavagem, a fim de que não haja empenamentos ao contato com a água fria.

De que modo lavar o carro a seco?

A Lavagem a seco ainda é conhecida como Lavagem Ambiental, ainda que seja um dos assuntos mais discutidos, existem inúmeras dúvidas a respeito deste método. Vale a pena fazer a lavagem a seco? Qual viria a ser meu custo benefício? Como lavar carro a seco? Posso riscar o veículo com o procedimento de lavagem a seco? A lavagem a seco contribui com o biossistema?
Existem pessoas dizendo que realizam a lavagem do carro integral com somente um copo de duzentos ml de água. E isto pode ser bastante arriscado, uma vez que com pouca solução de produto de lavagem a seco, a chance de acarretar arranhados na pintura do carro é muito alta. O ideal a ser usado numa lavagem a seco é pelo menos 500ml ou até 2 litros de solução.
O aconselhado é uma solução de um litro para uma ótima lavagem a seco. No entanto isto inclusive necessitará de ser avaliado consoante as condições da imundície. De qualquer forma, o método de lavagem a seco é uma fantástica ideia e não uma ação milagrosa. Utiliza-se pouca água, porém também não é uma lavagem completamente a seco.

Qual a diferença entre a lavagem de carro a seco e convencional?

Lavar o carro do modo tradicional, utilizando água, é capaz de gastar, praticamente 300 litros d’água para carros pequenos e 600 litros para carros enormes. Mas, haveria realmente uma fórmula para uma lavagem de carro melhor e mais eficiente do que as convencionais sem usar um pingo d’água?
Com o intuito de fazer uma limpeza a seco adequadamente, é utilizado, no máximo, 1,2 litro de água. Essa quantidade é bem significativa para a higiene de um automóvel que consumia litros e litros d’água por minuto no decorrer do processo convencional de lavagem. Com essa quantidade de água, é possível deixar o veículo apropriadamente limpo, brilhando e defendido.

Confira os elementos necessários para lavar o carro a seco:

– Produto lubrificante destinado à lavagem a seco (escolha o mais acessível);
– Tecidos de microfibra limpos e secos (3 unidades para a limpeza de um veículo de tamanho mediano), só para higienização da pintura;
– Pincel para detalhamento (para rodas e frisos);
– Outros produtos de limpeza apropriados para demais áreas (rodas, vidros, entre outros).

Como selecionar o produto certo para lavar seu carro à seco?

Você pode preferir por produtos com formulação simples ou que contenham cera ou selante sintético na fórmula. Habitualmente os produtos para lavagem a seco já apresentam o efeito dois em um, fazendo com que a aplicação higienize e encere o veículo simultaneamente. Com isto, a pintura do automóvel fica protegida, além da solução dar conservação de brilho e proteção para a cera aplicada anteriormente no automóvel.

Veja a forma certa de lavar a seco em oito passos

1. Conserve o automóvel longe do sol e com as peças frias;
2. Realize a diluição, se o produto estiver espesso.
3. Borrife o produto de lavagem a seco diretamente na área almejada, ideal em áreas de 50x50cm. Use produto suficiente com o intuito de deixar a pintura bem umedecida. O mais adequado é pulverizar o produto até que ele escorra na pintura;
4. Elimine a impureza com um tecido de microfibra sem fazer força, num mesmo sentido. Dê simplesmente uma passada por local e jamais fique esfregando o pano na superfície no sentido de vai-e-vem;
5. Utilize um outro tecido microfibra limpo e seco para dar o toque final;
6. Na ocasião de continuar a lavagem a seco, utilize outra parte do pano que ainda ache-se limpa;
7. Caso seja preciso, refaça o processo no mesmo local.
8. Caso o pano fique imundo, lave esfregando bastante e, depois, prossiga o procedimento.
Se o seu carro estiver muito imundo, use um jato d’água para retirar a quantidade excessiva de impurezas antes de começar a lavagem a seco.

Produtos que jamais podem faltar na ocasião de lavar o carro da forma tradicional

Nem sempre pode-se mandar lavar o carro em um ambiente especializado e também há quem goste de fazer sozinho este trabalho, em função disto, é imprescindível ter alguns produtos no lar. Quem é apaixonado por seu automóvel, sabe a importância de um presentinho em algumas ocasiões, e até os menos emotivos valorizam a lavagem do carro.

Ao lavar o carro jamais deixe de utilizar cera

cera_carro A cera oferece brilho e protege a pintura do carro, forma uma película defensora que impede que a água fique na superfície, além de evitar marcas e a presença de ferrugem na pintura. Muitas são de aplicação simples e para saber o período de passar de novo, basta observar o brilho do veículo ou a água da chuva, por exemplo. Se escorrer pela carroceria, ainda há uma película de cera. Fique esperto aos muitos tipos de ceras acessíveis no mercado, possivelmente exista em componentes diferentes, conforme as necessidades de cada carro.

Limpa vidros de carros

A transparência dos vidros é essencial até para a segurança ao dirigir. Vários produtos prometem esterelizar o vidro do carro de forma ágil e eficiente e é crucial ver se eles correspondem a algumas funções básicas. Ao lavar o carro, esse tipo de produto, além de limpar a impureza mais superficial, deve desengordurar os vidros (sobretudo na parte interna). Bem como as ceras, o mais indicado é que eles produzam uma película protetora que assegure a durabilidade da limpeza. E, obviamente, nunca deve deixar marcas depois da aplicação.

Vai lavar o carro e esquecer de hidratar o banco de couro?

banco_couro Quem possui carro com bancos de couro se importa em conservar os assentos com a aparência original e, em função disto, tem que usar hidratante de couro. Certos produtos prometem hidratar, conservar e inclusive funcionam como detergente. As três atribuições são essenciais para tomar conta do material e, ao comprar, confira no rótulo se ele atende a essas necessidades.

Espuma multiuso

Esse tipo de produto serve para limpar diversas superfícies, entretanto uma das principais funções é “lavar” o pano dos assentos e das paredes internas do carro. Nos rótulos, existem orientações dos fabricantes como: deixar o produto operar por alguns segundos, esfregar suavemente com esponja ou pano delicado e umedecido e, por fim, remover com outro pano antes que enxugue. Assegure uma lavagem de carro completa, porém, cuidado para não rasgar o estofamento ao retirar as marcas mais complicadas.